Museus

Hôtel de Soubise – o palacete que virou arquivo e museu

30 de março de 2015

O Marais é conhecido pelos hôtels particuliers, espécie de palacetes construídos pela aristocracia a partir do século XVI e que foram modelos de construção até o século XVIII. Um deles se sobressaiu pela riqueza de sua arquitetura e decoração interior, chegando a pertencer a uma família de príncipes, e depois se tornou o principal abrigo dos documentos mais importantes da história francesa: é o Hôtel de Soubise.

Soubise

A história do palacete começa em 1371, quando Olivier de Clisson, chefe do exército do rei, constrói uma residência então na parte exterior da muralha de Philippe Auguste. Podemos ainda ver a antiga entrada cercada por duas torres na atual rue des Archives. É o único vestígio visível de uma arquitetura privada do século XIV.

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Em 1553, François de Lorraine, duque de Guise, compra o palacete. A família reforma e amplia o lugar, inclusive, encomendando a Primatice – o famoso arquiteto italiano Francesco Primaticcio – uma capela, com afrescos de Nicolo dell’Abate. Infelizmente, essa capela foi destruída no século XIX. Durante as Guerras de Religião, entre católicos e protestantes, o hôtel se torna a sede da Liga Católica, na qual um dos comandantes era o duque. O massacre de São Bartolomeu, que ocorreu em 1572, pode ter sido decidido ali.

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No século XVII, o palacete é reformado duas vezes: entre 1615 e 1634, sob a direção do arquiteto Gabriel Soulignac, e entre 1666 e 1673, trabalhos comandados por Jacques Gabriel. Quem ocupava o lugar na época era Charles de Guise e a esposa Henriette Catherine de Joyeuse. Já a segunda campanha de reformas é feita pela filha deles, Marie de Guise. Conhecida como Mademoiselle de Guise, ela encomenda os jardins a ninguém mais ninguém menos que André Le Nôtre. Mas ela é a última descendente dos Guise e assim morre sem herdeiros.

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Em 1704, François de Rohan-Soubise adquire o hôtel. Daí o nome atual. Mais uma vez, os novos proprietários decidem dar ao lugar uma aparência mais moderna, conforme o gosto da época. Eles contratam, sob os conselhos de um dos filhos, o arquiteto Pierre-Alexis Delamair que, entre outras coisas, muda a direção da fachada principal e faz um pátio principal enfeitado por uma fileira de colunas. O palacete adquire então ares principescos, já que os Rohan-Soubise tinham o título de príncipes, dado à família por Louis XIV.

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Esse filho do casal é Armand Gaston de Rohan, bispo de Strasbourg e futuro cardeal de Rohan, que construiu um palácio na cidade (já publiquei sobre isso aqui). O religioso é considerado, também, filho ilegítimo de Louis XIV, já que a mulher de François, Anne de Rohan-Chabot, era uma das favoritas do rei. Além do palácio de Strasbourg, o cardeal também faz a sua residência em Paris, o hôtel de Rohan, ali ao lado do Hôtel de Soubise. A obra é do mesmo arquiteto e feita ao mesmo tempo em que a reforma do palacete dos pais.

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Em 1732, Hercule Médiadec, outro filho dos Soubise, se casa com a princesa Marie-Sophie de Courcillon. E aí acontece mais uma reforma, que seria a mais conhecida. Ele encomenda os trabalhos a Germain Boffrand, um mestre do Barroco. Ele muda toda a decoração interior, fazendo uma obra-prima do estilo Rocaille, e constrói o pavilhão oval, que leva aos aposentos do príncipe e da esposa.

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Um exemplo da decoração Rocaille dos cômodos

Em 1750, Charles de Rohan constrói um palacete na rue Faubourg Saint-Honoré, que passa a ser residência principal da família. Assim o hôtel de Soubise perde importância. No final do século XVIII, os Rohan-Soubise têm dificuldades financeiras: o herdeiro, Henri Louis Marie de Rohan-Guéméné, chega à falência e seu irmão, o cardeal Louis René Edouard de Rohan, é envolvido em um escândalo. Eles acabam fugindo e têm seus bens confiscados. Durante a Revolução, o hôtel de Soubise é ocupado por artesães.

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Em 1808, já no período Napoleônico, o Estado compra o palacete e decidem reunir no local os arquivos do Império que estavam espalhados por vários lugares. Mas os cômodos logo ficam lotados. Então, fica decidido erguer novas construções nos jardins para abrigar os documentos. Porém, isso só acontece em 1848, já no reinado de Louis-Philippe.

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Mas logo o novo lugar já fica lotado. É muito documento. Então, entre 1860 e 1880 novas alas dos chamados Grands Dépôts (que inclui a construção de 1848) são construídas. Assim como dois hôtels particuliers da vizinhança são anexados aos arquivos: o Hôtel d’Assy, comprado em 1845, e o Hôtel de Breteuil, de 1862.

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Construções mais recentes

Em 1927, o Hôtel de Rohan, que havia se tornado uma gráfica, é integrado aos arquivos. Mas esse palacete será o assunto para um post separado. As construções em torno dos “hôtels” continuam no século XX. No final da Segunda Guerra Mundial, havia um projeto de comprar 25 palacetes da vizinhança para colocar mais documentos, mas só alguns são comprados e a ideia é abandonada. A última construção dentro do terreno da propriedade é o Centre d’Accueil et de Recherche des Archives Nationales (Centro de Acolhimento e de Pesquisa dos Arquivos Nacionais) – CARAN, criado em 1988 pelo arquiteto Stanislas Fiszer. Assim a disposição da área externa é completamente diferente das épocas dos Guise e dos Soubise.

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Toda a área que faz parte dos Arquivos Nacionais, conhecida como o Quadrilátero do Marais

Além do Marais, os Archives Nationales possuem mais dois espaços: um criado em 1969 em Fontainebleau e outro construído em 2013 na cidade de Pierrefitte-sur-Seine. Estes dois lugares abrigam documentos mais modernos.

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O teto acima da escadaria, logo que chegamos no primeiro andar

O Musée des Archives Nationales – Em 1867, é decidida a instalação no Hôtel de Soubise do Musée des Archives Nationales. Ele comporta na sua inauguração mais de 1800 documentos originais. Após a Segunda Guerra, o museu é repensado e passa a abrigar também exposições temporárias, o que acontece até hoje. O acervo permanente exposto muda periodicamente, pois a quantidade de documentos – originais e fac-similes – é muito grande.

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A visita do Hôtel de Soubise e do Museu

A fachada monumental – Do grande portal até a fachada, a decoração mostra a glória da família Rohan-Soubise. Vemos esculturas, como as de Robert de Lorrain, situadas no primeiro andar da fachada e que representam as quatro estações (embora as que estejam lá hoje sejam cópias).

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O que vemos do interior do Hôtel de Soubise hoje data da reforma de Boffrand. É uma das poucas decorações em estilo rocaille conservadas em Paris.

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L’Ancienne Salle de Lecture – É a reunião da Anticâmara e outras salas do século XVIII, que foram demolidas para a construção de uma sala de leitura. Ela funcionou de 1902 a 1988 e foi reformada em 2013 e 2014 para se tornar um cômodo do museu. Ali ficam expostos 110 documentos do acervo permanente, mas a cenografia vai ser constantemente renovada. Da decoração original, os relevos nas paredes, inspirados no estilo Rocaille do século XVIII.

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Chambre du Prince (Quarto do Príncipe) – Foi deteriorado pela instalação dos arquivos no século XIX, mas reconstituído entre 1967 e 1970. A decoração mostra a felicidade do casamento, através dos amores de deuses e deusas. As obras são de artistas célebres, como François Boucher (Aurora et Céphale, 1739) e Carl Van Loo (Mars et Vénus, 1738), por exemplo. Há também elementos que falam sobre as virtudes da família Rohan-Soubise, como as quatro alegorias (Discernimento, Glória, Verdade e Liberdade), obras de Lambert Sigisbert Adam e Jean-Baptiste II Lemoyne.

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François Boucher – Aurora et Céphale

Le Salon Ovale du Prince – Aqui baixos relevos que representam as artes e as ciências, também obras de Lambert Sigisbert Adam e Jean-Baptiste II Lemoyne. O dourado dos castiçais faz um belo conjunto com a moldura dos espelhos. Motivos como guirlandas, conchas, flores, asas, entre outros, próprios da arte rocaille, vemos aqui e nas salas ao lado. Foi restaurado entre 1958 e 1970.

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Le Petit Cabinet (Pequeno Gabinete) – Chega-se a ele através de uma pequena porta do quarto do príncipe. As pinturas são de François Boucher e mostram os prazeres da vida no campo. Os móveis não são originais, mas são semelhantes àqueles que estavam no cômodo no tempo dos Soubise.

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Le Grand Cabinet – Antes aqui ficava a sala de jantar da família. Depois, na chegada dos arquivos, virou sala de triagem. Foi integrado ao percurso do museu em 1882. Entre 1971 e 1977 foi restaurado, embora diferente do seu estado de origem da época dos Soubise. Vemos aqui obras de Van Loo e de Jean II Restout, além da galeria de retratos da família. Esta sala ainda faz parte do museu: há os globos terrestre e celeste de Arnold Florent Van Langren e uma mesa de trabalho do Parlamento de Paris, do século XVIII.

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Primeiro andar
Salle des Gardes – Na época dos Soubise era a galeria dos ancestrais. Hoje é uma das salas de exposição do museu e abriga documentos de grandes dimensões.

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La Salle d’Assemblée – Perdeu muito a decoração feita por Boffrand. Nos ângulos da corniche, representa as partes do mundo, mas é uma cópia do original, que foi destruído em 1899. Em cima das portas, obras de Boucher (Vénus au Bain, 1738) e de Van Loo (Vénus à sa toilette, 1738). As vitrines com os documentos datam de 1867, época da abertura do museu. Ela apresenta documentos da História da França, como o diploma de Carlos Magno.

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Chambre d’Apparat de la Princesse (Quarto de Aparato) – A decoração aqui também é uma das mais preservadas. Chega a ser comparada com Versailles. O tema do quarto é a beleza da sua mais ilustre ocupante, Marie Sophie de Courcillon, e fala das virtudes do casamento e da felicidade da paixão. Há representações dos Amores de Jupiter, obra de Jacques Verbeckt. Há também paixões de outros deuses representadas, em alto relevo.

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Há ainda mais obras de Boucher e uma de Pierre Charles Trémolières. Uma coisa bem interessante aqui é que o leito fica atrás de uma balaustrada. Isso era algo permitido somente para quem tinha status reais, como príncipes e princesas. Eles recebiam convidados e por isso tinham um quarto somente para essas ocasiões, que não era o lugar onde dormiam. A cama foi reconstituída no século XIX de acordo com os desenhos de Boffrand.

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Le Salon Ovale de la Princesse – Esse cômodo é uma obra-prima de Boffrand e Nartoire. A forma oval faz com que não haja nenhuma descontinuidade na decoração do salão. Assim como o Salon Ovale du Prince, é uma peça muito bem iluminada pelas grandes janelas, portas e espelhos. Aqui o dourado e os temas rocailles – guirlandas, conchas, puttis, etc – dominam e conduzem o olhar. Um ciclo conta, em oito episódios, a vida de Psiché, feito por Charles-Joseph Natoire.

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Chambre de Coucher de la Princesse – Aqui é o quarto onde ela realmente dormia. Comunica-se com o quarto anterior e, como é de uso mais íntimo, tem decoração mais simples. Do original, somente a corniche e os medalhões. Há obras de Restout, Tremolières, Boucher e Van Loo. Muitas delas estavam no quarto do príncipe herdeiro, destruídos no século XIX, e falam das virtudes da moral e conselhos de sabedoria para a educação de um nobre. Uma coisa: assim como no resto do palacete, os móveis não são da decoração original. Eles são para demonstrar como eram os cômodos da época.

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La Salle de Dais – Conserva a decoração com os brasões dos Rohan-Soubise. Ela é usada como sala do museu e apresenta o lugar de trabalho do arquivista. Há uma escrivaninha da época de Louis XV.

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La Salle Empire – Foi adicionada ao percurso do museu em 1882, sendo destinada a objetos históricos e antigos processos criminais. Em 1939, vira sala de exposição dos documentos do império, daí o nome. Hoje apresenta um acervo que vai da Idade Média ao Século XX em exposição. Todos os meses, também um documento original é mostrado.

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As construções para os arquivos
Como o Hôtel de Soubise se tornou logo pequeno e inadequado para abrigar os documentos, a partir do século XIX foi decidido construir no terreno novos lugares para guardar os arquivos. Os mais conhecidos são:

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Les Magasins Louis-Philippe – A construção começou em 1838, no reinado de Louis-Philippe, e foi comandada pelos arquitetos Édouard Dubois e Charles Lelong. É o primeiro edifício permanente construído com a intenção de abrigar arquivos. Apesar de ser externo ao hôtel, ele se une ao palacete bem onde está a escadaria. Para não quebrar a harmonia com a arquitetura de Boffrand, os arquitetos aqui tentaram criar uma unidade com o hôtel de Soubise.

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Esses depósitos abrigam os documentos do Parlamento de Paris, a corte mais importante do Reino, que funcionou do século XIII até a Revolução. Os arquivos estavam na Sainte-Chapelle. Em 1848, ano da inauguração do edifício, foram transferidos 26 800 documentos, vários deles constituídos por pergaminhos ligados por peles. As salas possuem abóbodas de aresta e janelas ritmadas, lembrando um pouco a arquitetura medieval.

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Representação de Joana D’Arc na margem de um documento de 1428 – 1436 (no alto e à esquerda no papel)

Les Magasins Napoléon III – Mesmo os depósitos anteriores logo ficam lotados e a necessidade de novas construções renasce. O diretor dos arquivos, Léon de Laborde, chama o arquiteto Hubert Janniard, em 1865, que faz um projeto centrado na luz de janelas de um lado e em paredes fechadas do outro. Isso evita os incêndios “naturais”, já que não há tanta necessidade de luz artificial, e os criminosos, através da parede fechada. Além disso, o longo corredor que atravessa as salas cria uma bonita perspectiva. As prateleiras são ligadas entre si por passarelas e a decoração em ferro e madeira ressalta o caráter nobre do lugar.

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No centro desses depósitos, a Salle de Trésor de Chartes. Ela abriga, no começo, títulos relativos aos domínios territoriais e documentos diplomáticos da Coroa. Papéis que também estava na Sainte-Chapelle e depois dentro de uma das salas do Hôtel de Soubise. Nessa sala, está presente também um outro tesouro: o Armoire de Fer (Armário de Ferro).

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Trata-se de um móvel construído pelo chaveiro Marguerit, em 1790-1791, a mando da Assembléia Nacional, para guardar os documentos do então novo Regime. É indestrutível e inviolável: duas grandes caixas de metal, uma dentro da outra. Somente o Presidente da Assembléia, seu secretário e arquivista possuíam a chave. Antes de ir para os depósitos (1866), o Armário estava no Palácio des Tuilleries (que não existe mais) e em 1848 foi parar na Salle des Gardes do Hôtel de Soubise. Com o tempo, o valor e natureza dos documentos foram aumentando. Ele abriga hoje, por exemplo, os testamentos de Louis XIV e de Napoleão I, além da última carta de Maria Antonieta, entre outras raridades. Só é aberto em ocasiões especiais.

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Les Jardins des Archives Nationales – É aberto ao público em 2011, depois de ser restaurado. A intenção foi de tentar recriar um pouco do aspecto verdejante que propriedade tinha na época do jardim de Le Nôtre. Hoje o conjunto é formado pela adição dos jardins dos hôtels de Soubise e de Rohan com os dos palacetes D’Assy, de Breteuil, de Fontenay (adquirido pelos Arquivos em 1946) e de Jaucourt (comprado em 1962).

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Hôtel de Soubise – Musée des Archives Nationales
60 Rue des Francs Bourgeois
75003 Paris
Metrôs: Hotel de Ville – linhas 1 e 11
Rambuteau – linha 11
Arts et Métiers – linha 3
Horários Museu: de Segunda a sexta, das 9h às 16h45. Sábados e domingos, das 14h às 17h30.
Preço: 3 euros (fora período de exposição temporária) ou 6 euros (com as exposições temporárias).
Sala de leitura (CARAN): De Segunda a sexta, das 9h às 16h45. E alguns sábados (entrar em contato pelo telefone 01 40 27 64 19)
Jardins – Horários: do último domingo de outubro ao último domingo de março, das 8h00 às 17h00. Do último domingo de março ao último domingo de outubro, das 8h às 20h. Gratuito.
Uma visita guiada aos arquivos é proposta todo primeiro sábado do mês, das 14h30 às 16h. O valor é 8 euros e é preciso reservar. Contato: stephanie.colliard@culture.gouv.fr

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Este texto fez parte de uma blogagem coletiva promovida pela RBBV (Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem) sobre a Semana dos Museus (Museum Week). Veja a lista dos blogs que participaram da iniciativa – e são muitos

Américas:
Uzi Por Aí – Museu do Ouro (Bogotá, Colômbia).
Felipe, O Pequeno Viajante – Museu de Ciência e Tecnologia da PUC (Porto Alegre – RS)
Sonhando em Viajar! – Museu Nacional da História Natural da Quinta da Boa Vista (Rio de Janeiro – RJ)
Blog Meu Destino – Inhotim (Brumadinho – MG)
Retrip Viagens – Museu de Arte Sacra (São João Del Rey – MG)
Do RS para o Mundo – Museu Histórico de Veranópolis (Veranópolis -RS)
Marola com Carambola – Memorial da Resistência de São Paulo(São Paulo – SP)
O que vi do Mundo – Museu do Futebol (São Paulo – SP)
Me Deixa Ser Turista – Pinacoteca, Estação Pinacoteca, Dops e Museu da Língua Portuguesa (São Paulo – SP)
Pequeno Grande Mundo – Museu de Ciências Naturais do Bosque da Ciência – INPA (Manaus – AM)
Rascunhos de Fotografia – Museu do Ceará, MAUC e Museu do Humor (Ceará)
Quebrei a Bússola – Museo del Holocausto (Buenos Aires – Argentina)
Vida de Turista – MALBA (Buenos Aires)
E aí, Férias – American Museum of Natural History (Nova Iorque – Estados Unidos)
Trilhas e Cantos – Museu Chileno de Arte Pre Colombino (Santiago – Chile)
Cantinho de Ná – Instituto Ricardo Brennand (Recife – PE)
Malas e Panelas – Vizcaya Museum and Gardens (Miami – Estados Unidos)
Embarque Portão 5 – Museo de Las Casas Reales (Santo Domingo – República Dominicana)
Viagens que Sonhamos – Field Museum (Chicago – Estados Unidos)
O Melhor Mês do Ano – Tumbas Reales de Sipan (Chiclayo – Lambayeque, Peru)
Colecionando Ímãs – Os Museus de Arte de Brasília (Distrito Federal)

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Europa:
No Mundo da Paula – Museu Tate Modern (Londres – Inglaterra)
Aprendiz de Viajante – 5 museus não tão conhecidos para visitar em Londres (Londres – Inglaterra)
Londres com crianças – Museum of London (Londres – Inglaterra)
Segredos de Londres – National Gallery (Londres – Inglaterra)
Tá indo pra onde? – Deutsches Historiches Museum (Berlim – Alemanha)
Agenda Berlim – 03 museus para visitar na primeira vez em Berlim (Berlim – Alemanha)
Brasileiros Mundo Afora – Deutsches Technik Museum (Berlim – Alemanha)
Ziga da Zuca – Museu Judaico (Berlim – Alemanha)
Estrangeira – Museu Picasso (Barcelona – Espanha)
Territórios – Museu Dalí (Barcelona – Espanha)
Da Porta Pra Fora – Museu DOX (Praga – República Checa)
ITALIAna – Galleria degli Uffizi Florença (Florença – Itália)
Passeios na Toscana – Museu Cappella Brancacci (Florença – Itália)
Descobrindo a Alemanha – EL-DE-Haus – Centro de documentacao do Nazismo (Colônia – Alemanha)
Esto es Madrid, Madrid – Reina Sofía (Madri – Espanha)
Meu Mundo Por Aí – Museo Del Prado (Madri – Espanha)
Mil e Uma Viagens – Mauritshuis (Haia – Holanda)
O Guia de Milão – Casa Museu Boschi di Stefano (Milão – Itália)
No Mundo com a Gente – Museu Casa de Rembrandt (Amsterdam – Holanda)
Comendo Chucrute e Salsicha – Museu de Belas Artes de Sevilha (Sevilha – Espanha)
Mosaicos do Sul – Museu Dalí (Saint Petersburg – Estados Unidos)
Turismo em Roma – Museu da Emigração Italiana (Roma – Itália)
Uma Brasileira na Grécia – Museu Acrópoles (Atenas – Grécia)
A Fragata Surprise – Museu da Acrópole (Atenas – Grécia)
Café Viagem – Visita à fantástica fábrica de chocolates suíços da Cailler (Broc – Suíça)

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Diversos:
Viajoteca – #Museumweek – 4 Museus pelo Mundo – Te Papa (Wellington – Nova Zelândia), Vizcaya Museum & Gardens (Miami – EUA), Pergamonmuseum (Alemanha – Berlin), Belgian Comic Strip Center (Bruxelas – Bélgica)
Viagem com a Thathá – Auckland Museum – (Auckland – Nova Zelândia)
Ideias na Mala – Angkor National Museum (Siem Reap – Camboja)
Viagens Invisíveis – 5 Museus Palácios no Marrocos (Marrakech e Fez – Marrocos)

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Renata Rocha Inforzato

Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.

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