Dicas gerais

Dez lugares nos arredores de Paris para quem ama arte

26 de julho de 2017

Que Paris é uma cidade linda e cheia de atrações, a gente já sabe. Porém, os arredores da capital também escondem muitos tesouros que merecem ser visitados. Aqui vou listar alguns relacionados com a arte.

Arredores de Paris
Barbizon

Assim como escrevi no post sobre os passeios na Normandia, esta lista aqui não é exaustiva e nem pretende ser definitiva. Há muitos outros lugares perto de Paris para quem gosta de arte. O que vou relacionar nesta matéria são as atrações que conheço um pouquinho mais. Então, se você curte o assunto e gosta de seguir os passos dos artistas, conhecendo os lugares que fizeram parte da vida deles, este texto é para você.

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O rio Sena em Chatou

1) Fontainebleau – No começo do século XVI, graças à guerra com a Itália, os aristocratas franceses conhecem o Renascimento. Maravilhado, o rei François I traz muitos artistas italianos para a França. A partir dos anos 1530, muitos desses artistas foram convocados para decorar o Château de Fontainebleau, na região parisiense. Nascia ali a École de Fontainebleau, corrente artística que vai se desenvolver até o reino de Henri IV, no começo do século XVII.

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O castelo de Fontainebleau já tinha séculos de existência. Mas quando François I se instala ali, em 1527, decide transformar o château medieval em um palácio digno da época. A obra é tão imponente que Giorgio Vasari diz que “Fontainebleau quase se tornou uma nova Roma”. Para decorar o novo castelo, o rei chama Giovanni Battista di Lacopo, conhecido como Rosso Fiorentino, e Francesco Primaticcio, conhecido na França como Le Primatice. Assim, os dois tornam-se os nomes mais famosos da École de Fontainebleau.

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Podemos ver várias das maravilhas realizadas nessa época ao visitarmos o Château: a escadaria com inspiração na Antiguidade, a galeria François I, entre outras belezas. E, depois da visita, dar uma voltinha pela própria cidade de Fontainebleau, que é cheia de atrações. Para saber mais e ver os horários e atrações, clique aqui

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Como ir a Fontainebleau – De Paris, na Gare de Lyon, pegar o trem da linha R e descer na estação de Fontainebleau-Avon. Depois pegar o ônibus linha 1 para ir ao castelo. O percurso todo dura pouco menos de uma hora e meia.

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2) Barbizon – Agora vamos avançar alguns séculos e chegamos à primeira metade do XIX. Ali pertinho de Fontainebleau, cercado pela floresta de mesmo nome, um pequeno vilarejo, chamado Barbizon, atrai alguns pintores. Estes encontram na natureza, na vida e na calma do lugar fonte de inspiração para a realização de belas paisagens. Nascem obras retratando a floresta, o vilarejo, os trabalhadores e o cotidiano nos campos.

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Esses artistas se hospedam no Auberge Ganne, que hoje podemos visitar. Outros adquirem casas no vilarejo, como é o caso de Théodore Rousseau – cuja residência acolhe atualmente exposições temporárias -, ou Jean-François Millet, que teve sua casa reconstruída e aberta à visitação. Esses dois artistas são, então, os nomes mais conhecidos da chamada École de Barbizon.

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O Auberge Ganne

O sucesso é tão grande que, entre 1800 e 1870, o pequeno vilarejo acolhe cada vez mais artistas, que chegam de várias partes do mundo. O lugar de 80 moradores chega a ter 120 pintores, fora as colônias de artistas estabelecidas nos arredores. A influência dos pintores de Barbizon chega até mesmo aos então jovens impressionistas, que vão popularizar a pintura ao ar livre. Em um passeio ao vilarejo, vale a pena não somente visitar o Auberge e as casas dos artistas, como também flanar pela rua principal – cheia de reproduções de obras, galerias de arte e charmosos restaurantes – e pelos arredores. Para saber mais sobre Barbizon, acesse este link

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Reprodução da obra de Théodore Rousseau: Sortie de fôret de Fontainebleau

Como ir a Barbizon – O modo mais fácil é pegando um táxi a partir de Fontainebleau. Ou então pegar o ônibus. Porém as linhas têm horários bem restritos, como você pode ver aqui

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Maison-Atelier de Jean-François Millet

3) Moret-sur-Loing – Também fica na mesma região dos dois destinos anteriores. E, por isso mesmo, atraiu vários artistas, assim como outros vilarejos vizinhos. Com seu centro histórico abrigando construções medievais e com belos cantos formados pelo rio Loing, Moret é uma boa sugestão de visita para quem gosta de natureza, arquitetura e arte.

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Um dos nomes mais importantes que viveram no lugar é Alfred Sisley. Ele morou ali até sua morte, em 1899, e fez inúmeras obras retratando a paisagem de Moret. Hoje, podemos visitar um pequeno museu dedicado à vida do pintor. Se quiser saber mais sobre a cidade e suas atrações, é por aqui

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Como ir a Moret-sur-Loing – De Paris, a partir da Gare de Lyon, pegar o trem da linha R até a estação de Moret Veneux Les Sablons. Aí basta andar uns 20 minutos. Mas, se não quiser andar, pode pegar o ônibus 203 e descer na Place Samois, em Moret. A viagem dura mais ou menos 1 hora e 15.

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4) Auvers-sur-Oise – Esta pequena cidadezinha fica no departamento do Val d’Oise, a 30 quilômetros ao norte de Paris. Ela ficou conhecida por ser o lugar onde Vincent Van Gogh morou nos últimos meses de vida, se matou e está enterrado. Mas se o artista holandês morou em Auvers foi por sugestão do amigo Camille Pissarro, que já morava na região.

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Château d’Auvers

De fato, vários pintores se instalaram em Auvers-sur-Oise e região, atraídos pela bela luz, pelo céu e pelas paisagens formadas pelo rio Oise. E, além disso, havia também os artistas que visitavam os amigos de profissão, como Claude Monet. Então, pelas ruas da cidade vemos diversas reproduções de obras pintadas por Paul Cézanne, Pissarro, Auguste Renoir, dentre vários outros. E, é claro, Van Gogh.

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Podemos visitar os muitos lugares retratados pelo artista, como a igreja Notre-Dame-de-L’Assomption, a Mairie (prefeitura), os campos em torno da cidade, etc. Também é possível ir ao cemitério, onde Van Gogh e o irmão Théo estão enterrados, e ao Auberge Ravoux, onde o pintor morreu. Além de outras atrações, como o Château d’Auvers, que oferece uma experiência Impressionista, a Maison do Doutor Gachet, o médico que tratou Van Gogh, a casa e o ateliê do pintor Charles-François Daubigny e o museu do Absinto. Veja os textos do blog sobre Auvers-sur-Oise. E para saber mais sobre a cidade, clique aqui

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A entrada da Maison do Doutor Gachet

Como ir a Auvers-sur-Oise – Em Paris, na Gare du Nord, trens direto para Auvers-sur-Oise de abril a outubro, nos finais de semana e feriados. Nos outros dias, a partir da Gare du Nord ou da Gare Saint-Lazare, pegar o trem para Pontoise. Em Pontoise, sem sair da estação, pegar o trem para Persan Beaumont e descer na estação de Auvers-sur-Oise. Nos dois casos, o trajeto dura cerca de 1h20.

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5) Pontoise – Fica praticamente ao lado de Auvers-sur-Oise. Inclusive, entre as duas cidades, há um caminho, ao lado do rio Oise, cheio de reproduções de artistas, exatamente no lugar onde os originais foram realizados. Pode ser legal fazer esse percurso a pé ou de bicicleta.

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Pontoise foi retratada por vários impressionistas. Mas a cidade ficou conhecida, sobretudo, pode ser o lugar de residência de Pissarro. As casas onde ele morou não estão abertas para visita, mas o antigo castelo da cidade transformou-se em Musée Camille Pissarro, com obras e móveis que pertenceram ao artista, além de pinturas de seu filho Lucien Pissarro. Vale a pena visitar, também em Pontoise, o Musée Tavet-Delacour, com obras do século XIX e XX; a igreja Notre-Dame, pintada por diversos artistas; além de caminhar por suas ruas históricas e nas margens do Oise. Para ver todas as atrações da cidade, acesse o site do escritório de turismo

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Musée Camille Pissarro

Como ir a Pontoise – Em Paris, na Gare Saint-Lazare, pegar o trem da linha J e descer na estação de Pontoise. Também é possível ir a partir da Gare du Nord, pegando a linha H. Ou, então, com o RER C. A viagem dura de 30 a 40 minutos.

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6) Argenteuil – É uma cidade que também fica no Vale d’Oise. Ela ficou conhecida, principalmente, por ter sido uma das moradias de Claude Monet anos antes dele se mudar para Giverny. Margeada pelo Sena, ela também atraiu outros artistas, como Gustave Caillebotte, que pintou belas paisagens e também retratou os esportes náuticos praticados ali.

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Hoje Argenteuil é uma cidade grande, onde moram muitos imigrantes, fato que pode afastar alguns turistas mais conservadores. Mas vale a pena passear por ali, descobrir sua arquitetura, as margens do Sena e os lugares por onde passaram os impressionistas. A cidade também abriga até um vinhedo e um moinho, o Moulin d’Orgemont, onde hoje funciona um restaurante. Para saber mais sobre Argenteuil, clique aqui.

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Como ir a Argenteuil – Em Paris, na Gare Saint-Lazare, pegar o trem da linha J e descer em Argenteuil. A viagem dura uns 15 minutos.

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7) Yerres – É uma cidade situada a 20 quilômetros a sudeste de Paris. A sua ligação com a arte vem de dois irmãos que ainda são quase desconhecidos do grande público: Marcel e, principalmente, Gustave Caillebotte. Marcel era fotógrafo, um dos mais importantes do começo da fotografia.

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A cidade de Yerres

Já Gustave foi mecenas, sua atividade mais conhecida hoje, e pintor. Como mecenas e colecionador de arte, ele ajudou vários de seus colegas artistas, incluindo Monet, com dinheiro e comprando obras, e foi o responsável por uma grande doação ao Estado francês, que hoje está no Musée d’Orsay. Como artista, ele pintou cenas do cotidiano de Paris e dos seus arredores, constituindo um dos conjuntos de obras mais belos da arte francesa.

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Em Yerres, fica a residência de infância dos irmãos, conhecida como Propriété Caillebotte. A família era razoavelmente abastada e morava em um palacete cercado por um belo parque. A propriedade foi restaurada recentemente, assim como o parque. Até o jardim e a horta, fontes de inspiração em várias obras de Gustave, foram restaurados. O parque abriga diversas atrações: é possível, inclusive, navegar em canoas iguais as que o artista retratava em seus quadros. Também há um espaço de exposições temporárias, um restaurante, além do próprio palacete, que podemos visitar. Para saber mais sobre Yerres, veja este site

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Como ir a Yerres – De Paris, em Chatêlet-Les Halles ou na Gare de Lyon, pegar o RER D e descer em Yerres. A viagem dura uma meia hora.

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8) Bougival – A 20 quilômetros a oeste de Paris, Bougival é conhecida por ter sido a casa de Berthe Morisot, a mais famosa das pintoras impressionistas. Ela viveu no lugar de 1881 a 1884. Infelizmente, não podemos visitar a residência onde ela morou, mas é interessante flanar pelo bairro e pelas ruas da cidade.

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Outro artista que viveu em Bougival foi o escritor russo Ivan Tourgueniev. Ele morou ali do final dos anos 1870 até a morte, em 1883. Sua casa, hoje, é uma casa-museu e é aberta para visitas. Também viveu na cidade o compositor Georges Bizet. Foi na residência de Bougival que ele orquestrou a ópera Carmen e onde ele morreu, em 1875. Hoje, a prefeitura tenta comprar a casa em que ele morou para fazer dela um museu e um centro cultural.

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Voltando aos pintores, Bougival também foi retratada por Monet, Sisley, Renoir, Pissarro e outros. Eles pintavam as margens do Sena e as ilhas formadas pelo rio. Era onde aconteciam vários bailes populares, retratados em algumas obras, principalmente, de Renoir. Um bom passeio é andar por esta área observando as reproduções dos quadros pintados ali e também encontrando alguns pintores atuais em busca de inspiração. Durante a temporada, em alguns finais de semana de maio a agosto, a Île-de-la-Chaussée é palco de uma reconstrução dos bailes que tanto animaram os impressionistas. É bem legal participar! Para ver as próximas datas da festa e saber mais das atrações, clique aqui

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Como ir a Bougival – A partir de Paris, na Gare Saint-Lazare, pegar o trem da linha L e descer na estação Bougival. A viagem dura uns 20 minutos.

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9) Chatou – Fica perto de Bougival e foi uma cidade que também atraiu os impressionistas. Ela até tem um parque chamado Parc des Impressionnistes, que vale a pena visitar. Mas, em termos de arte, o destaque vai para a ilha que se chama, é claro, Île-des-Impressionnistes.

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O Sena e, à direita, a île-des-Impressionnistes

Trata-se de mais uma ilha do Sena, que ficou conhecida pelas obras dos impressionistas, principalmente de Renoir. A navegação no rio, principalmente a de lazer, se popularizou na região depois da chegada das estradas de ferro, em meados do século XIX. Assim, muitas pessoas deixavam Paris e se estabeleciam nos arredores, nessas cidades banhadas pelo Sena. Algumas se mudavam de vez, outras compravam casas de campo. E foi assim que os lazeres e bailes nas margens do rio, que foram imortalizados pelos impressionistas, se popularizaram.

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Musée Fournaise

Em 1857, a família Fournaise se estabelece na ilha. Alphonse Fournaise, construtor de barcos, abre ali um ateliê, enquanto sua esposa abre um restaurante. A boa cozinha de Madame Fournaise atrai uma clientela fiel, dentre eles os pintores impressionistas, que frequentam a ilha em busca de inspiração para suas obras. Já o senhor Fournaise organiza jogos aquáticos e festas, que também são retratadas pelos pintores. Bertha Morisot, Pissarro, Monet, Édouard Manet, entre outros, pintam Chatou e a Île-des-Impressionnistas.

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Reprodução do quadro de Renoir: Le Déjeuner des Canotiers

Mas é Renoir que faz a maioria das obras que mostram o lugar. Ele pinta, inclusive, os membros da família, fazendo de Alphonsine Fournaise, a filha do casal, uma de seus modelos. Ao todo, Renoir fez mais de quarenta telas de Chatou, da ilha e dos arredores. Hoje, a Maison Fournaise acolhe um museu, com reproduções de obras do pintor e também com obras de outros artistas dos séculos XIX e XX e da região. Outra parte do museu abriga exposições temporárias. A construção tem, ainda, um restaurante, com o terraço e as mesas com a mesma aparência da época em que foram reproduzidos por Renoir. Para visitar Chatou e arredores, clique neste site

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E aqui ao lado o restaurante Fournaise, onde ele foi pintado

Como ir a Chatou – Em Paris, pegar o RER A direção Saint-Germain-en-Laye e descer na estação de Chatou-Croissy. A viagem dura uns 20 minutos. Para saber em qual estação pegar o RER A, clique no site da RATP, que cuida dos transportes na cidade.

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10) Meudon – É uma bela cidade dos arredores de Paris, localizada a cerca de 12 quilômetros a oeste da capital. Foi aqui que o escultor Auguste Rodin comprou uma propriedade para morar com a esposa e montar seu ateliê, onde fazia os estudos para as encomendas e as executava. Foi aqui também que o artista morreu, em 1917, e está enterrado.

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Hoje a propriedade abriga um museu, onde podemos visitar a casa, com os cômodos mobiliados como na época de Rodin; o grande ateliê, com os moldes executados por ele e por seus aprendizes; e o túmulo, com a estátua de um Pensador gigante.

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Depois de visitar o museu, vale dar uma volta na cidade. Há bastante subidas e, claro, descidas, mas o panorama do vale formado pelo Sena vale o esforço. Também há a vista do terraço do observatório da cidade, de onde se vê até a Torre Eiffel. Para saber mais sobre Meudon, clique aqui.

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Para ir a Meudon – Em Paris, pegar o metrô 12 e descer em Mairie d’Issy. Depois pegar os ônibus 190, 290 ou 169 e descer na parada “Hôpital Percy”. Da parada até o museu Rodin, são uns 10 minutos de caminhada contornando o hospital. Também é possível em Paris, na Gare Montparnasse, pegar o trem da linha N e descer em Meudon. E depois andar a pé uns 15 minutos até o museu.

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Estas foram algumas sugestões de visitas para quem gosta de arte. Para calcular e ver mais informações sobre os itinerários em trem e metrô, acesse o site do Via Navigo. Já para quem está de carro, aconselho consultar o Via Michelin.

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Moret-sur-Loing

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Renata Rocha Inforzato

Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.

Comentários (9)

  • Marilda Teixeira Responder    

    27 de julho de 2017 at 1:43

    Fantástico! Como sempre, dicas maravilhosas para quem aprecia a França e a Arte, complementadas com excelentes fotos. Obrigada!

  • Michela Borges Nunes Responder    

    29 de julho de 2017 at 22:00

    Quanto lugar maravilhoso! Adorei demais! Moret-sur-Loing me ganhou, estou apaixonada. Quero muito conhecer o interior da França e este post é um prato cheio. Obrigada!

  • NiKi Verdot (1001 Dicas de Viagem) Responder    

    30 de julho de 2017 at 11:29

    Menina que babado esse post! Estou morando na França desde set. 2016, mas só recentemente me mudei para Dijon (pertinho de Paris) e consegui me estabilizar. A partir de agora pretendo viajar e conhecer mais desse país tão maravilhoso. Amei suas dicas e pretendo usar este post em breve para me guiar. O primeiro certamente será o Castelo de Fontainebleau que sou louca para conhecer! Merci beaucoup! 😉

  • Juliana Moreti Responder    

    31 de julho de 2017 at 3:55

    Olà Renata
    Amei teu blog!
    😉
    Meu coração é italiano e dentro da França nunca consegui me imaginar muito além das cidades mais turísticas. Eu também não conheço praticamente nada de arte francesa (novamente o coração italiano – rsrsrs) e este teu post me deu um panorama bem bacana.
    Se eu retornar a Paris (tenho uma relaçao de amor e ódio pela cidade), quero visitar Argenteuil , Meudon, Bougival, mas principalmente Moret! Que lugar lindo!!!!!!!

  • lid costa Responder    

    31 de julho de 2017 at 17:38

    Oi Renata! Excelente post para quem ama visitar Paris, mas também quer sair do basicão. Eu, particularmente, fiquei com vontade de conhecer Barbizon. Parece encantadora!

  • Tina Wells Responder    

    31 de julho de 2017 at 17:51

    Eu curto arte, mas não entendo muito! Porém esses lugares são encantadores e valem a visita, com certeza! Se pudesse iria em todos, mas se tivesse que escolher um, seria Auvers-sur-Oise pois sou fã de Van Gogh!

  • Viajar pela história - Catarina Leonardo Responder    

    2 de agosto de 2017 at 23:33

    Extremamente interessante este artigo. Não conheço a região e pouco de Paris por isso adorei saber disto. São locais muito bonitos mesmo.

  • Natalie Responder    

    7 de agosto de 2017 at 12:09

    Oi, Renata. Tudo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para o #linkódromo, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Bóia – Natalie

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