Arles

Arles – Dos romanos a Van Gogh

9 de dezembro de 2013

Este é o segundo texto sobre Arles, uma cidade da Provence, com pouco mais de 50 mil habitantes e que faz parte da lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO desde 1981. Fui lá em setembro para ver a Arelate e pude descobrir um lugar com várias facetas, uma mais encantadora do que a outra.

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O Anfiteatro de Arles

Arles é conhecida principalmente pelo seu conjunto de construções Galo-Romanas, ou seja, da época em que o Império Romano dominava a região. Mas a história da cidade é bem mais antiga, pois há fragmentos de cerâmica de Marselha, que datam do século VI a.C e foram encontrados em Arles, mostrando que as duas cidades (a primeira, Marselha, sob o domínio dos gregos e a segunda habitada pelos ligúrios) já realizavam trocas comerciais.

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Mas a Arles começaria a entrar de vez na História durante as campanhas de Julio César na Gália. A sua posição estratégica, a economia sólida que já existia e o apoio de grande parte da população aos romanos, fizeram com que César escolhesse o lugar para implantar a primeira colônia romana na região do Rhône (o rio que banha a cidade).

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O rio Rhône (Ródano, em português)

Assim, em 46 a.C, Tiberius Claudius Nero, pai do futuro imperador Tibério, é encarregado de fundar a colônia, que, no reinado de Augusto, passa a se chamar Colonia Julia Pterra Arelate Sextanorium. Ela possuía 40 hectares e tinha até uma muralha, sinal de prestígio para uma área romana.

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Thermes de Constantin (Termas de Constantino)

A partir de então, até o final desse período romano, a cidade vai se modificar através de vários projetos de urbanização, com valorização dos espaços e serviços públicos. Mas embora em geral essa época romana tenha sido próspera, ela não foi homogênea. Em alternância com os períodos de riqueza, Arles também enfrentou muitas crises, como incêndios, empobrecimento e abandono de regiões, doenças, etc.

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Arles é assim: você está andando e… opa, encontra um monumento muito antigo

Entre os séculos VI e IX são os povos bárbaros e os sarracenos que sucessivamente invadem e saqueiam Arles. Até que em 883, Guilherme, o Libertador, os expulsa e torna-se Marquês de Provence, formando uma dinastia local, que governa por muitos séculos. A cidade só entra para o reino da França em 1481, quando o conde de Provence, Charles III, morre e deixa a região para o rei francês Luis XII.

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Street art em Arles

E como história não é algo regular, Arles continua a sofrer períodos de prosperidade com épocas de inverno rigoroso, pestes e fome. Em 1720, por exemplo, mais de um terço da população é morta por causa da peste. Na época da Revolução Francesa, a pobreza é grande, mas mesmo assim a cidade fica dividida entre os que defendem a Monarquia e os revolucionários. Igrejas são fechadas e até destruídas.

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No século XIX, os monumentos romanos, muitos em ruínas ou reutilizados, começam a ser restaurados. Em 1848, a chegada do trem e a industrialização vão mudar ainda mais a cara de Arles. De cidade baseada na cultura fluvial, por causa do Rhône, ela se torna uma cidade operária, pois muitas fábricas se instalam ali.

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Um restaurante com mesas no meio da rua

É no final do século XIX e começo do XX que o turismo começa a se desenvolver. Nasce a ideia de reutilizar os monumentos da época do Império Romano para realizar festas e espetáculos, que serão os embriões das festas que vemos hoje.

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Mas a Segunda Guerra Mundial será dura para Arles, principalmente por causa dos bombardeios ocorridos entre 26 de junho e 15 de agosto de 1944, que destrói 28% da área da cidade. Mas felizmente, ela se reergueu e hoje é um dos lugares mais interessantes da França.

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As várias faces de Arles
É claro que uma cidade como Arles, com tantos séculos de história, tenha sofrido mudanças. Mas o interessante – e isso não me canso de admirar na Europa – é que ela soube preservar o passado a cada urbanização, a cada transformação arquitetônica.

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Place Voltaire, Arles

No escritório de turismo, podemos comprar um folheto, que custa um euro, que tem os principais itinerários da cidade e esses itinerários estão marcados no chão, com cores e desenhos diferentes. Isso facilita e muito os passeios. Mas a divisão que vou fazer aqui é pessoal, foi a maneira mais fácil que achei para dividir as atrações.

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As placas no chão indicam os caminhos de cada roteiro

Arles Galo-Romana – Fiquei simplesmente de boca aberta com a beleza e o estado de conservação desses monumentos. Não é à toa que desde 1981 estão na lista de Patrimônios Mundiais da UNESCO. A maioria das construções data da época do Alto Império, como, por exemplo, o Teatro, o Anfiteatro, o Fórum, etc. Já as Termas de Constantino é uma construção mais recente, do século IV. Não vou entrar mais em detalhes, porque as construções romanas merecem um post separado, de tão importantes que são.

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Alyscamps – a necrópole da época dos romanos

Arles Medieval – Durante a Alta Idade Média, uma figura teve destaque em Arles: Saint- Césaire. Ele viveu no século VI, chegou à região para um tratamento e acabou de tornando bispo da cidade. Deixou mais de 200 sermões e foi canonizado. A igreja que leva seu nome foi construída no começo do século XV e é linda. Mas, para visitá-la, é preciso se informar no escritório de turismo sobre os horários em que está aberta. Aliás, essa é uma regra que vale para todas as igrejas, pois elas meio que se revezam. A exceção é a catedral.

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Igreja Saint-Césaire

Aliás, a Cathédrale Saint-Trophime começou a ser construída nos anos 1100, embora a localização da sede episcopal pareça estar nesse lugar desde o século V. Durante a Revolução Francesa virou templo da razão. Depois, no século XIX, foi restaurada e voltou a ser igreja. É uma das mais bonitas da cidade. Uma coisa que achei muito interessante é a capela das relíquias de santos. Tem de tudo ali: tíbias, mãos, pés e até um crânio. Endereço: Place de la République. Horários: todos os dias, das 8h às 18h, menos entre as 12h e 14h e nos horários de missas. No verão, até às 19h.

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Crânio de um dos santos inocentes – capela das relíquias

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Ao lado da catedral, tem o Cloître de Saint-Trophime. Construído no século XII, era a clausura dos monges. Hoje é um espaço que acolhe exposições temporárias. Endereço: Place de la République. Horários: de 1º de novembro a 28 de outubro, das 10h às 17h. De 1º de março a 30 de abril e de 1º a 31 de outubro, das 9h às 18h. De 2 de maio a 30 de setembro, das 9h às 19h. Tarifa: 3,50 euros.

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Muitas igrejas de Arles foram desativadas, principalmente durante a Revolução. Hoje, assim como o Cloître, também recebem exposições temporárias. É o caso da igreja Saint-Blaise, que começou a ser construída no século XII. Era a capela conventual da abadia de Saint-Césaire, fundada no século VI pelo famoso santo. Endereço: Rue Du Grand Couvent. Horários e tarifas: depende do evento.

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Quando visitei Arles, a igreja Saint-Blaise era local de uma das exposições de fotografia do Rencontres d’Arles
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Exposição do fotógrafo Hiroshi Sugimoto, na igreja Saint-Blaise. O evento faz parte dos Rencontres d’Arles

Arles Renascentista e Clássica – Podemos colocar nessa categoria o Hôtel-Dieu, construído a partir de 1573. Foi o hospital da cidade desde essa época até os anos 1970. Foi nele que Van Gogh ficou internado. Mas vou dar mais detalhes no texto sobre a estadia do artista em Arles.

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O Hôtel-Dieu, onde Van Gogh ficou internado

O triunfo da arquitetura clássica acontece com a construção do Hôtel de Ville, em 1676, projeto de Jacques Peytret, com a ajuda de Jules Hardouin-Mansart, este último arquiteto do rei Luis XIV.

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Hôtel de Ville (prefeitura) de Arles

É a partir dessa época que a aristocracia começa a morar no centro da cidade e constrói ali hôtels particuliers, palacetes, que terão as mais luxuosas decorações. Um exemplo é o Hôtel de Divone ou Hôtel du Roure. Construído no século XVIII pela família Roure, uma das mais ricas da cidade, é o que conserva totalmente sua arquitetura original. Foi comprado no século XX pela família Divone e hoje abriga vários apartamentos. Um programa interessante é passear por Arles fotografando todos esses palacetes.

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Hôtel Divone ou Hôtel du Roure

A Arles de Van Gogh – Por toda a cidade, há reproduções dos quadros do artista exatamente nos lugares onde eles foram pintados e com a perspectiva que ele teve na hora de pintar. Tem no jardim público, na necrópole (Alyscamps), no Hôtel-Dieu, na beira do Rhône, etc. Saí andando pela cidade tirando fotos de todas as reproduções, seguindo esse pequeno guia de um euro que falei acima.

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A ponte Langlois do quadro “Le point de Langlois aux Lavandières”, de Van Gogh

Os museus de Arles – Há vários museus espalhados pela cidade, além de galerias de arte. Só que quando fui o Museon Arlaten, que mostra a vida provençal no século XIX, estava em reforma, que vai durar até 2017. Mas pude visitar o Musée Réattu. Aberto em 1868, ele deve seu nome ao pintor nascido na cidade, Jacques Réattu (1760 – 1833), que compra o lugar para fazer de residência e ateliê. Eu queria ver o acervo permanente: o museu possui várias obras de Picasso, a grande maioria doada por ele mesmo, pois, assim como Van Gogh, era outro apaixonado por Arles. Mas o acervo havia dado lugar pra uma exposição temporária, chamada Nuages. Entre as obras e instalações sobre o tema, uma de Andy Warhol.

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“Silver Cloud” de Andy Warhol, no Museu Réattu

Outra coisa interessante do museu, é que a construção onde está abrigado, do século XIV, foi sede da ordem de Malta ou Hospitaliers (Hospitaleiros). A outra construção, a Commanderie de Sainte-Luce, construída no século XIII e que fica em frente, era onde eles moravam, mas antes foi dos templários. Hoje a Sainte-Luce, infelizmente, não pode ser visitada, pois abriga a administração do museu.

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A Commanderie de Sainte-Luce, onde fica a administração do museu

Mas, no prédio do Réattu há uma parte com as explicações e alguns objetos que pertenceram a essas ordens. Endereço: 10, rue du Grand Prieuré. Horários: de 2 de novembro a 28 de fevereiro, das 10h às 17h. De 1º. de março a 31 de outubro, das 10h às 18h. Tarifas: o museu alterna períodos em que a entrada é pega com períodos em que é gratuita. Para saber se ele está gratuito ou não, acesse o site
http://www.museereattu.arles.fr/

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O museu Réattu fica onde era a sede dos cavaleiros de Malta, conhecidos também como Hospitaleiros

Outro museu interessante é o Musée Départamental de Arles, que abriga os objetos encontrados nas escavações arqueológicas em várias partes da cidade. Mas vou falar mais sobre ele em um texto sobre os monumentos da época dos romanos.

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Piso de mosaico da época romana, no Musée Départamental de Arles

O Marché de Arles – é considerado o maior e um dos mais belos da Europa. Acontece aos sábados de manhã e se estende por mais de 2,5 km. É bem interessante e com uma variedade imensa. Há os itens “normais” de qualquer feira, como cenoura, batatas, etc. Mas também encontramos queijos, carnes, linguiças, doces, entre outros produtos próprios da região de Arles, além de coisas de outras cidades provençais.

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Como não fui à Marselha, comprei vários sabonetes ali mesmo, por 1 euro cada. E é claro que fiz degustações e conversei com muita gente. Tinha até um moço que quer morar em Recife porque adora o Juninho Pernambucano… Infelizmente, fiquei comendo os queijos da barraca dele e esqueci de tirar foto do rapaz. Endereço: Boulevard de Lices. Horário: das 8h até às 12h45. Há outro marché, um pouco menor, às quartas-feiras, na mesma região.

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Festas – Arles tem muitas festas interessantes, que ainda quero conhecer. Entre o final de agosto e começo de setembro, acontece a Arelate, que recria os tempos do Império Romano e que já tive a oportunidade de ver e escrever sobre ela aqui. A edição de 2014 ocorre entre os dias 24 e 31 de agosto.

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Arelate 2013

Para quem gosta de fotos, de julho a setembro acontece o festival Les Rencontres d’Arles, que também tive a chance de ver. Ele foca mais a fotografia artística e reúne mais de 50 exposições, espalhadas em vários lugares da cidade. Em 2014, será de 7 de julho a 21 de setembro.

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Exposição Marion Gronier

E no primeiro domingo de julho é a é a Fête du Costume, em que as mulheres vestem roupas típicas da região. Em 2014, será no dia 6. Deve ser interessante. Arles tem também alguns eventos por ano com corridas de touros, como a Feria du Riz, que acontece em setembro. Mas não tenho vontade de ver.

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Para ajudar na sua viagem, você pode contar com o escritório de turismo. Sempre recorro a um deles quando vou viajar e sempre sou bem tratada, mas o de Arles me surpreendeu pela simpatia. Lá é possível comprar, inclusive, dois tipos de passe. O Liberté permite visitar 5 monumentos e vale por 1 mês. O Avantage permite visita a todos os monumentos por um ano. Eles também dão descontos para a entrada das festas e festivais. São muito práticos.

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Sobre a comida – isso merece um texto à parte, mas já posso dizer que se come muito bem e relativamente barato. Gastei mais ou menos entre 12 e 15 euros no menu completo (entrada, prato e sobremesa), com porções fartas. Hospedagem também será um post à parte.

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Olhem o preço

Bom, como podem ver, Arles tem muita coisa interessante. Mas mesmo que não dê pra ver e fazer tudo (não fiz passeios pelo Rhône, por exemplo), vale a pena ao menos passar um dia nela. Eu já estou com vontade de voltar.

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O jardim público

E para quem se interessa pela peregrinação a São Tiago de Compostela, o caminho de Arles é um dos quatro que passam pela França. Podemos encontrar várias conchas marcando os lugares importantes do caminho na cidade.

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A cidade se orgulha em fazer parte da lista da Unesco e da Rota para Santiago

Como ir?
É possível sair de Paris e ir direto a Arles. Mas pode-se sair também de outras cidades francesas. Partindo da capital, a viagem dura em média entre 3 horas e meia a 4 horas e meia (depende se é direta ou não). Para saber mais, consulte o site da companhia de trens francesa, SNCF .
Também é possível sair de Marne La Vallée (perto de Paris) e de lá ir até Avignon com o TGV OUIGO (o trem barato francês). De Avignon pega-se um ônibus para Arles. Se quiser saber mais sobre o OUIGO, explico melhor aqui. A viagem toda dura mais ou menos 4 horas.

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Para saber mais sobre a cidade, visitas guiadas, reservar hotéis ou comprar os passes: visite o site do escritório de turismo de Arles.

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Renata Rocha Inforzato

<p>Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.</p>

Comentários (22)

  • Elaine Braga Responder    

    10 de dezembro de 2013 at 22:10

    Obrigada por mais essas dicas preciosas! Quando voltar à Provence vou visitar esse lugar maravilhoso! Belíssima matéria!

  • Boia Paulista Responder    

    12 de dezembro de 2013 at 13:06

    Oi, Re

    Tudo bem? 🙂

    Seu post foi selecionado para a #Viajosfera, do Viaje na Viagem.
    Dá uma olhada em http://www.viajenaviagem.com

    Até mais,
    Natalie – Boia

    • Renata Inforzato Responder    

      13 de dezembro de 2013 at 20:18

      Oi Natalie, obrigadão por acompanhar meu trabalho. É um honra estar na Viajosfera. Um beijo

  • Eme Oliver Responder    

    13 de dezembro de 2013 at 8:48

    Renata,
    Foi muito bom saber e me deliciar com todas essas informações através de você. Mais uma vez você nos apresenta um trabalho brilhante e generoso. Obrigada.
    Bjs

  • Deise Responder    

    13 de dezembro de 2013 at 11:19

    Que delícia de post! Eu também amei Arles e fiquei me perguntando o motivo de eu nunca ter ido lá quando morava em Avignon. 🙂

    • Renata Inforzato Responder    

      13 de dezembro de 2013 at 20:20

      Oi Deise. Obrigada!!! É que tanto lugar bonito que a gente acaba sempre deixando um de fora. E quando a gente mora perto, acha que vai ter a vida toda pra conhecer. Um beijão

  • Lílian Veiga Responder    

    13 de dezembro de 2013 at 18:30

    Sempre aprendendo com seus posts amiga.

    Beijocas!

    • Renata Inforzato Responder    

      13 de dezembro de 2013 at 20:22

      Oi Lilian. Obrigada, querida! Espero que ele seja útil em alguma viagem 🙂 Um beijão

  • Carmen L. Responder    

    14 de dezembro de 2013 at 8:51

    Certamente, Arles é um destino muito interessante para visitar. Estou adorando (gosto do arte romano, gosto dos museus, gosto de Van Gogh….)
    Estou anotando todas as dicas propostas por você, para conhecer esta cidade.

    • Renata Inforzato Responder    

      24 de dezembro de 2013 at 13:52

      Oi Carmem, obrigada pela visita. Vou aos poucos colocando mais textos sobre Arles, não deixe de acompanhar. Um beijo

  • Gislaine Responder    

    14 de dezembro de 2013 at 10:11

    Taí um lugar que me interessa, e muito!! Vou ler com toda a calma do mundo e anotar as suas dicas preciosas Re!! Obrigada pelo texto!!

    • Renata Inforzato Responder    

      24 de dezembro de 2013 at 13:53

      Oi Gi, obrigada pela visita e comentário. Você vai gostar de Arles, tenho certeza. Um beijo

  • Flavia Piazzi Responder    

    16 de novembro de 2014 at 23:54

    Olá Renata! Seu site só atiçou mais ainda em mim a vontade de conhecer Paris e Arles. Mas confesso q nem sei por onde começar. Sou professora de História da Arte para ensino médio e amante das artes desde muito pequena. E preciso estudar francês. (rs).
    Qualquer dica q puder me dar será de grande valia!
    Obrigada e parabéns!!!!

    • Renata Inforzato Responder    

      18 de novembro de 2014 at 20:48

      Oi Flavia, obrigada pelo comentário. Olha, não precisa saber francês antes de vir para cá. No máximo, aprenda algumas palavras básicas, como merci, au revoir, s’il vous plaît, bonjour e já está ótimo. Eu quando vim para a França pela primeira vez, nem inglês falava, quanto mais francês. E deu tudo certo e olha que vim sozinha. Então, assim que puder, não hesite: compre seu bilhete e seja feliz. Um abraço

  • Luís Kroth Responder    

    1 de junho de 2015 at 3:56

    Oi Renata. Desde que li sobre Arles, aqui contigo, fiquei curioso pra conhecer, pois também estou fazendo história da arte e gosto muito de Van gogh. Gostei muito das tuas dicas e espero poder aproveitar muito estas informações,nesta realização pessoal. Eu e minha esposa estamos empolgados, pois chegaremos em Paris no dia 24 de julho e pretendo reservar um dia pra Arles. Tu acha que é o suficiente pra conhecê-la bem?
    Agradeço suas dicas

    • Renata Inforzato Responder    

      1 de junho de 2015 at 20:12

      Oi Luis. Um dia não é possivel conhecer bem cidade alguma, somente quando é muito pequena, o que não é o caso de Arles. Um dia você vai conhecer o basico do basico. E se for bate e volta vai gastar mais da metade do dia no trem. Abração

  • Flora Responder    

    1 de Fevereiro de 2016 at 2:01

    Oi Renata
    Adorei te conhecer ontem, e já vim atrás das suas dicas de Arles. Maridão está empolgado. Quem sabe vamos no segundo semestre. Suas dicas são ótimas. Um gde abraço e bom retorno à França.

    • Renata Inforzato Responder    

      2 de Fevereiro de 2016 at 2:57

      Oi Flora, também adorei te conhecer. Obrigada por visitar o blog. Em breve vou escrever sobre o Van Gogh em Arles e em Auvers-sur-Oise. Um beijão

  • Daniela Responder    

    2 de Maio de 2017 at 1:27

    Olá Renata, bonjour!
    Adoro as tuas dicas, obrigada por compartilhar.
    Gostaria de sua ajuda sobre 2 tópicos. Irei para França e diretamente de Paris à Arles. Gostaria de:
    Sua recomendação sobre onde me hospedar em Arles. Gostaria de um lugar central e com bom preço.
    A segunda, é possível comprar antecipadamente a passagem de Arles para Saint Marie de la Mer? Se sim, sabe como?
    Desde já super obrigada por seu retorno
    Um abraço
    Daniela

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