Vincennes

Vincennes: mil anos de História ao lado de Paris

20 de abril de 2011

Símbolo do poder real em séculos passados, o castelo é a construção medieval mais bem conservada nos dias de hoje

Quando pensamos em visitar Paris, logo imaginamos entrar em contato com lugares que foram palcos de acontecimentos fundamentais na História da Humanidade. Mas um local, fundamental na História Francesa, – que abrigou nada mais nada menos do que sucessivos monarcas e foi cenário de acontecimentos que mudaram o mundo – está a apenas 20 minutos de metrô de Paris e ainda é pouco conhecido dos turistas: o Château de Vincennes. A história do castelo é uma das mais conturbadas da França e é menos conhecida ainda do que o edifício em si.

Foto: Monica Toledo

As origens do Château

Até o século XII, Vincennes era uma região de floresta, a leste da capital, Paris, onde viveram os reis Merovíngios (400-755). Porém, a primeira evidência de uma construção real data de 1178: um documento assinado pelo rei Louis VII (1137 – 1180), chamado Apud Vicenas. Naquele tempo, o monarca residia no Palácio de La Cité, no coração da Paris, mas necessitava de um lugar onde pudesse caçar. E, sendo perto da capital e com uma floresta imensa, Vincennes era o local perfeito para as intenções do rei. Porém, Louis VII morreria pouco tempo depois e seu sucessor, Philippe Auguste (1180-1223), é que começaria a realizar o projeto.

Uma das entradas do Chateau - Foto: Monica Toledo

Logo no início de sua história, Vincennes já adquire importância como sede do poder e parte da lenda real francesa: São Luis, ou Louis IX (1126-1270), faz do castelo sua segunda residência, – atrás apenas do Palais de la Cité – onde passa longas temporadas com a família. É de Vincennes que o soberano parte para suas duas Cruzadas, em 1248 e 1270. E, na volta da primeira, antes de chegar em Paris, é para o castelo que o rei vai junto com as supostas relíquias da paixão de Cristo – alguns espinhos da coroa e pedaços da cruz – compradas do rei de Binzâncio.

O Château é a mais bem preservada construção medieval da França - Foto: Monica Toledo

Os anos dourados de Vincennes

Assim, cientes da importância do castelo, os monarcas seguintes foram construindo novos cômodos e realizando melhorias no local ao longo dos séculos. Além disso, Vincennes também adquiriu importância também militar ao desempenhar o papel de fortaleza durante a Guerra dos Cem Anos, contra a Inglaterra. As construções empreendidas por Charles V, que reinou de 1367 a 1380, deram ao castelo as condições necessárias para abrigar a família real com segurança. Foi durante seu reinado que as muralhas externas e a torre foram construídas. O soberano, não por acaso chamado de O Construtor, desejava fazer do castelo uma capital política, a exemplo do que fizeram em suas residências outros monarcas europeus. Ao começar outras construções dentro da fortificação do castelo, entre elas a Sainte-Chapelle, Charles V faz de Vincennes um dos mais vastos castelos da Europa.

A ponte levadiça que leva à Donjon - Foto: Monica Toledo

Apesar de o castelo continuar como um apoio militar nos anos turbulentos que se seguiram – ele seria, inclusive, moradia do rei da Inglaterra, Henry V, quando os ingleses ocuparam Paris – os sucessores de Charles V, após a retomada da capital, raramente passavam mais do que curtas temporadas no local.
O Château continuava a receber melhorias e reformas, mas só seria valorizado novamente como principal residência real com Louis XIV (1643 – 1715). O monarca procurava um novo lugar para morar e, por ser perto de Paris e seguro, o castelo de Vincennes obtém vantagem.
Uma nova era começa para o Château. O rei contrata o célebre arquiteto Louis Le Vau, que projeta ampliações e novas construções, entre eles os Pavilhões do Rei e da Rainha, cujas decorações inaugurariam o estilo Pré-Clássico, depois usado em outros castelos da França. Decoradores, escultores e pintores são contratados pelo arquiteto e os temas das obras escolhidos diretamente pelo rei. A vida cultural também floresce em Vincennes. Diversos espetáculos e cerimônias acontecem no castelo com a presença da corte.

Pavilhão clássico, construído no reinado de Luiz XIV - Foto: Monica Toledo

O abandono progressivo do castelo

Com a instalação da corte em Versalhes e a morte de Louis XIV, Vincennes vai sendo lentamente abandonado. O novo monarca, Louis XV (1715 – 1774) raramente vai ao castelo, a não ser em suas temporadas de caça. Já a corte nunca mais retornaria.
Assim, ninguém sabia o que fazer com a construção. O rei, então, autorizou a instalação de fábricas, como de porcelana – que depois seria transferida para Sèvres (famosa até hoje) e de armas. O castelo também foi sede temporária da Escola Militar, criada por Louis XV em 1751. Na Donjon, que serviu muitos anos como prisão, uma padaria foi instalada, a fim de abastecer a região leste de Paris. Entre 1777 e 1788, o castelo é riscado da lista de residências reais, colocado à venda e sua demolição é considerada.

A vocação militar de Vincennes

Em 1796, em plena Revolução Francesa, o diretório (que governava o país) transfere o Arsenal de Paris para Vincennes. Ao ter novamente uma função, o lugar está a salvo de ser demolido. Alguns anos mais tarde, Napoleão desenvolve ainda mais as atividades do Arsenal, o que não ocorre sem destruição: as torres da Muralha são danificadas; a Sainte-Chapelle é transformada em loja e os Pavilhões do Rei e da Rainha tornam-se casernas. O imperador utiliza Vincennes também para a segurança do exército durante a ocupação de Paris pelos russos durante as Guerras Napoleônicas.

A vocação militar de Vincennes esteve presente durante toda sua história - Foto: Monica Toledo

Em 1804, ocorre o primeiro fuzilamento no castelo: o do Duque d’Enghien. Outros viriam no decorrer dos anos, incluindo os de revolucionários da Comuna de Paris – que haviam tomado o castelo, mas foram derrotados pelo exército francês –, o de Mata Hari, durante a Primeira Guerra Mundial, e os de opositores à ocupação nazista na França, durante a Segunda Guerra.
Durante os anos seguintes, a França continuaria vivendo períodos turbulentos, o que ia consolidando cada vez mais a vocação militar de Vincennes. Em 1826, uma escola de artilharia é ali criada e parte do bosque torna-se terreno de manobras do exército. Entre 1840 e 1844, um forte novo é construído a leste do castelo, formando com a velha construção uma vasta muralha retangular.

Uma das torres de vigilância - Foto: Monica Toledo

O Bois de Vincennes

Napoleão III, que governou entre, deseja criar a leste de Paris o equivalente ao Bois de Boulogne, que havia se transformado há pouco em um passeio público. Ele, então, ordena a criação do Bois de Vincennes, que é concluído pouco antes de 1860. Em 24 de julho do mesmo ano, o imperador cede a área à cidade de Paris.

O Château como Monumento Histórico e suas restaurações

O castelo de Vincennes começa a ser valorizado como monumento histórico a partir de 1793, com a restauração e a conservação dos vitrais da Sainte-Chapelle. Em 1853, Napoleão III classifica a capela como monumento histórico e contrata Viollet-le-Duc para restaurá-la. A Donjon recebe a mesma classificação em 1913, mas só é restaurada após a Primeira Guerra Mundial. As turbulências causadas pelo conflito paralisam a execução de vários projetos de restauração e valorização de Vincennes.
No entanto, o cenário da Segunda Guerra é ainda pior. O exército alemão toma posse do castelo em 14 de junho de 1940 e utiliza todo o conjunto, incluindo o forte novo, como caserna, prisão de local de execução. Em 24 de agosto de 1944, já tendo perdido Paris para as tropas francesas, comandadas pelo general Leclerc, os alemães retiram-se do forte e do castelo. Mas antes explodem três depósitos de munição, provocando o incêndio dos Pavilhões do Rei e da Rainha e abrindo uma brecha na muralha.

Foto: Monica Toledo

Após o final da Guerra, um programa geral de restauração é estabelecido. O Pavilhão da Rainha é restaurado entre 1953 e 1961; e o do Rei de 1961 a 1978. O pórtico construído por Le Vau entre os dois pavilhões, e destruído em 1837, é inteiramente reconstruído em 1967. Desde 1986 até hoje, programas de restauração e conservação de Vincennes vêm sendo empregados. Atualmente, o castelo é cuidado pelo Centre des Monuments Nationaux e reencontrou a imponência que o caracterizou ao longo dos séculos. Apesar de ser um destino ainda desconhecido dos que visitam Paris, vem atraindo cada vez mais turistas. Vale a pena conhecer essa maravilha da arquitetura e história francesas.

Detalhe das pilastras no interior da Donjon (torre principal) Foto: Monica Toledo

O que visitar em Vincennes

A muralha e as torres

A muralha do castelo de Vincennes mede 378 x 175 metros e é protegida por um enorme fosso e tinha nove torres retangulares, divididas em três lados (o lado oeste é protegido pela Donjon). Edificada por Charles V, ela protegia um grande espaço onde viviam centenas de pessoas. As torres medem de 40 a 42 metros de altura e serviam de defesa e moradia. Sete dessas torres foram arrasadas por Napoleão para a instalação de canhões.

O solar capetiano (Manoir Capétien)

Conjunto de edifícios construídos por São Luis no lugar de um antigo de pavilhão de caça. Destruído a partir do século XVII, escavações arqueológicas revelaram vestígios do que foi o lugar. Uma fonte construída no século XIII, no centro do solar, é o que restou do Manoir.

A muralha protegendo a Donjon - Foto: Monica Toledo

A Donjon

Com 50 metros de altura, é a maior torre construída na Idade Média e sobrevivente até hoje. Sua entrada é através de um castelinho, que consiste numa porta de entrada enquadrada com duas torres. É protegida por uma muralha e um fosso profundo que continha água.
Desde os tempos de Louis XI até o século XIX, a Donjon seria usada como prisão, mesmo quando ainda era residência real. Abrigou presos ilustres, como Henri de Navarre, futuro Henri IV, em 1574; Diderot, em 1749; e o Marquês de Sade, que ficou detido de 1777 a 1784. Marcas feitas pelos prisioneiros podem ser encontradas nas paredes dos cômodos que serviram de cela.

Foto: Monica Toledo

A Donjon é uma grande torre quadrada, composta por quatro torres angulares e divida em seis níveis de salas, com abóbodas assentadas sobre uma fina coluna central. Cada andar tem a disposição idêntica: com uma grande sala central e quartos nas torres angulares. No pátio principal à esquerda, está a mais antiga escadaria exterior, iluminada por cinco janelas sobrepostas. No castelinho, encontra-se o gabinete onde Charles V trabalhava, assistido por dois secretários instalados nas duas torres contíguas.

Algumas salas conservam traços das cores originais - Foto: Monica Toledo

Já o prédio principal da Donjon abriga a Sala do Conselho, onde o rei promovia as recepções oficias e reuniões com seus conselheiros. As abóbodas da sala ainda possuem os revestimentos com finas lascas de madeira que cobriam toda a parede (lambris). Ainda no prédio principal há: o dormitório do rei, no segundo andar, ornado com uma bela lareira e única residência medieval real conservada como nos tempos de origem; o oratório e uma capela; a sala do tesouro, onde Charles V guardava sacos de ouro; e o térreo, onde está situado um poço original e atualmente abriga o passado carcerário da Donjon, composto por livros e documentos dos presos ilustres, como as obras do Marquês de Sade e de Diderot.

Traços da pintura original da capela do rei, dentro da Donjon - Foto: Monica Toledo
Original e livro do Marquès de Sade, prisioneiro ilustre da Donjon - Foto: Monica Toledo

A Sainte-Chapelle (Capela Santa)

Construída por Charles V, em 1379, é inspirada na Sainte-Chapelle do Palais de la Cité de Paris. Tem apenas um nível e comporta os oratórios do rei e da rainha, além da Sacristia e da Sala do Tesouro. Apesar de iniciada sob Charles V e edificada por Charles VI, a Sainte-Chapelle só seria concluída muito tempo depois, durante o reinado de Henri II (1547 – 1559).

A Sainte-Chapelle - Foto: Monica Toledo

Os Pavilhões Clássicos

Construídos a partir de 1654, sob o reinado de Louis XIV, o Pavilhão do Rei está situado à direita e o da Rainha, à esquerda. Em perfeita simetria, ambos formam, com as aberturas da muralha sul, o arco do triunfo da Torre do Bosque e a galeria de arcadas, um conjunto impressionante de estilo clássico.

O Pavilhão das Armas

É construído no reinado de Louis XVIII (1815 – 1824) para abrigar um arsenal de artilharia, possui grandes portas por onde saíam máquinas de guerras de tamanho monumental. Atualmente, tanto os Pavilhões Clássicos quanto o das Armas abrigam bibliotecas e parte do arquivo do Serviço Histórico da Defesa.

Parte da área em estilo clássico - Foto: Monica Toledo

Château de Vincennes
Avenue de Paris
94300 Vincennes
Telefone: 01 48 08 31 20
Horários:
De 21 de maio a 22 de setembro: das 8 às 18 horas
De 23 de setembro a 20 de maio: das 10 às 17 horas
Fechado em: 1º de janeiro, 1º de maio, 1º de novembro, 11 de novembro e no Natal.
Preço – Tarifa normal: 9 Euros/ Reduzida: 7 euros

Acesso:
Metrô 1 – estação Vincennes
Ônibus – Château de Vincennes (diversas linhas) – consultar

Mais informações

As fotos deste post foram feitas por Monica Toledo. Além de talentosa, Monica possui uma verdadeira paixão por Paris. Vale a pena ver seu livro sobre a cidade luz:

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Renata Rocha Inforzato

Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.

Comentários (35)

  • Dagmar Eutropio Fernandes Responder    

    20 de abril de 2011 at 21:12

    Viajar atravez das palavras, e das imagens, nos faz sentir a história de uma maneira, super agradável. Voces são ótimas, aguçaram minha curiosidade, já vou colocar este passeio no meu roteiro. Obrigada.

  • Gislaine Responder    

    20 de abril de 2011 at 21:18

    Re…amei o seu blog! Parabéns!!!!!
    Sempre que puder, vou dar uma passadinha por aqui!
    beijossss

  • Judith Responder    

    21 de abril de 2011 at 1:18

    Renata.
    Só hoje descobri seu blog.Adorei.
    As fotos de Monica já são minhas conhecidas
    e, eu sou fã nº1 dela.
    Já coloqueoi seu blog nos meus favoridos.
    Estou indo agora e ja ia a Vincennes, mas agora sabendo
    da historia vou reve-lo com outros olhos.
    Gozado eu pensava que o castelo estava vazio e quae sem ter nada
    a ver. Eu vou sempre ao parque e só entrei nele 1 vez.
    Pelas fotos vi que dexei de ver muita coisa.
    Parabéns pelo blog e um beijo pra vc.

  • Renata Inforzato Responder    

    23 de abril de 2011 at 17:56

    Obrigada, meninas.. Quando vierem a Paris e ao château, vamos tomar um café juntas….

    Judith, o castelo é muito bem conservado. Quanto à móveis, ele não possui, mas dá pra ter uma boa ideia de como era na época de Carlos V. Ele guarda bastante a sua característica de prisão…

  • Maria das Neves Responder    

    9 de julho de 2011 at 9:45

    Fiquei encantada o lugar, especialmente com a forma como ele é descrito. Vou colocá-lo no meu roteiro, Parabéns pelo trabalho.

    • Renata Inforzato Responder    

      9 de julho de 2011 at 10:19

      Obrigada mesmo! Coloque sim e, se puder, vá ao Parc Floral, que é ali do lado. bjokas

      • alice de paula souza Responder    

        15 de dezembro de 2011 at 14:27

        Renata, temos coisas em comum: também sou paulista, otimista e amo a França e sua história! Conheci o château de vincennes agora em novembro ,quase vazio, dava para sentir os fantasmas… e descobri o Parc Floral, maravilhoso, ainda mais que estava acontecendo uma expo bio, a Marjolaine!
        Gostei muito do seu blog, vou visitar sempre!

        • Renata Inforzato Responder    

          15 de dezembro de 2011 at 14:37

          Obrigada, Alice. O parc floral é lindo, mesmo no inverno…Espero que volte logo a Paris 😀

  • José Henrique Amormino Fonseca Responder    

    12 de abril de 2012 at 18:24

    Adorei o post sobre Vincennes!

    Sem dúvidas terei que conhecer este Château na minha passagem por Paris!

    Abs,
    José Henrique

  • Sugestões de bate-volta a partir de Paris | Turista Profissional Responder    

    1 de setembro de 2012 at 2:14

    […] Castelo De Vincennes – você poderá ir de metrô (linha 1) até a estação Vincennes – 20 […]

  • ANA MARIA ROSA DA SILVA Responder    

    22 de outubro de 2012 at 15:58

    sou estudante de historia estou no 2º periodo estou adorando conhecer a historia e gostei de conhecer esse museu so de gravuras claro quem sabe um dia irei visitar .bjos

  • Linha 1 do metrô de Paris, muitas das atrações turísticas estão lá | Turista Profissional Responder    

    2 de dezembro de 2012 at 10:54

    […]        Château de Vincennes [Estação Château de […]

  • Direto de Paris: dicas de atrações turísticas que nem sempre sabemos que existem | Turista Profissional Responder    

    7 de fevereiro de 2013 at 15:39

    […] – Vincennes: mil anos de História ao lado de Paris; […]

  • MARLY MACHADO CHAGAS Responder    

    9 de abril de 2013 at 20:22

    Oi, Renata, adorei o seu blog. Sinceramente, viajei nas fotos e na história desse castelo. Sou estudante do curso de História da UNES, e estudando História da Idade Média Ocidental vem a citação do seu blog. Tenho loucura de conhecer um dia, pois amo história. A gente só tem uma noção do que era viver nesta época através dos filmes que passam no cinema, mas imagino que está aí é sentir verdadeiramente a energia impregnada no ambiente. Eu só imagino. De qualquer forma, obrigada por você passar a sua experiência e desejo-lhe felicidades e sucesso nas suas viagens. Um forte abraço. Marly, Centro, Rio de Janeiro.

    • Renata Inforzato Responder    

      9 de abril de 2013 at 23:41

      Oi Marly! Realmente, nós respiramos história aqui em Paris, é uma delícia sentir e ver de perto lugares que marcaram a história… Quem sabe um dia você venha estudar aqui. Olha, te garanto, vale a pena! Obrigada pela visita, um beijo

  • Samuel Alvarenga Responder    

    18 de abril de 2013 at 19:26

    Olá Renata! Estive na Europa há alguns anos, e especialmente em Paris. Mas naquela época ainda não estudava História, como o faço agora. Estou no 4º período, e através da citação do seu blog, em uma das disciplinas (História da Idade Média Ocidental) estou aqui, vendo etes belos monumentos históricos. Infelizmente não tive tanto interesse à época que estive aí. Mas agora com este curso, deu vontade de voltar e redescobrir cada canto deste lugar, obviamente com mais interesse para complementar o meu curso. Quem sabe um dia retorno.
    Grande abraço!
    Samuel Alvarenga.

    • Renata Inforzato Responder    

      19 de abril de 2013 at 16:04

      Oi Samuel, obrigada pela visita. Espero que você volte logo e possa ver de perto tudo o que está aprendendo no curso. Você é a segunda pessoa que fala que meu blog foi citado. Onde você estuda e quem é a professora? Um abraço

  • Kelly Resende Responder    

    28 de fevereiro de 2014 at 18:05

    Olá Renata, estou adorando seu blog, esse post me fez acrescentar mais um ponto imperdível para visitar em Paris. Vamos em maio, com minha filha pequena e vi que ao lado deste Chateau tem o Parc Floral, vai ser um passeio conjunto pra um dia inteiro!
    Abraços

    • Renata Inforzato Responder    

      28 de fevereiro de 2014 at 20:36

      Oi Kelly, obrigada pelo elogio. Você vai adorar. Se quiser dicas de onde comer, em frente ao château tem um terminal de ônibus. Aí você vai ver do outro lado da rua vários restaurantes e cafés. Eles são ótimos. Espero que sua viagem seja maravilhosa. Um beijo

  • Carlos Responder    

    11 de abril de 2014 at 22:32

    Renata, tive o prazer de conhecer essa maravilha mês passado (março 2014) e realmente fiquei impressionado com o castelo, magnífico e sua história mais ainda, só gostaria de saber o que tem numa espécie de sarcógrafo no altar, se alguém está enterrado lá dentro, pois não há nenhuma menção a isto…de resto é pura história medieval. Parabéns pelo post.
    Abraços.

    • Renata Inforzato Responder    

      12 de abril de 2014 at 22:24

      Oi Carlos. Não, não tem ninguém enterrado lá. Vários reis morreram em Vincennes, mas eles estão enterrados na Basílica de Saint-Denis. E mesmo as relíquias da cruz, capela abrigou por pouco tempo. Obrigadão pelo elogio e pela visita. Espero que sua viagem tenha sido ótima. Um abraço

  • Carlos Responder    

    11 de abril de 2014 at 22:36

    Renata no post anterior escrevi sobre o tal sarcógrafo e não mencionei que é dentro da Saint-Chapelle, desculpe.
    Abraços.

  • carlos Responder    

    12 de abril de 2014 at 14:56

    Olá Renata como vai ? escrevi ontem 2 post sobre esse maravilhoso castelo e estou vendo que não consta na relação o que será que houve ? já aceitei o email que me foi enviado e nada.
    Agradeço a sua atenção.
    Carlos

    • Renata Inforzato Responder    

      12 de abril de 2014 at 22:09

      Oi Carlos, é que os comentários só aparecem depois que eu os aprovo. Um abraço

      • carlos Responder    

        13 de abril de 2014 at 2:55

        Oi Renata desculpe pela desinformação no seu blog, mas realmente é lindo o castelo, ainda mais que sempre tive vontade de estudar história e um sonho de ser paleontólogo…mas aqui no brasil não se consegue viver disso…além do que viver em Paris e mais que um privilégio, pois se respira história nos 4 cantos da cidade…na próxima viagem a cidade luz com certeza irei a Basílica de Saint-Denis faltou tempo esse ano….e também no museu de Cluny…
        Abraços.

        • Renata Inforzato Responder    

          13 de abril de 2014 at 13:07

          Oi Carlos, não precisa se desculpar e não é desinformação, não! É que esses lugares têm tanta história ao longo dos séculos, que é muita informação. E nem tudo ainda é bem explicado. Sim, essa parte de respirar história é o que mais gosto aqui. Sobre a Basílica de Saint-Denis e o museu Cluny vou publicar em breve. Espero que você vá gostar. E que você volte logo. Um abraço

  • Angela Maximo Responder    

    9 de janeiro de 2015 at 20:24

    Parabéns Renata,
    Fiquei encantada com seus posts. Estive em Paris 1994, o Castelo de Vincennes me deixou muito impressionada, mas pouco pude registrar com uma máquina descartável, pois tive alguns objetos roubados, dentre eles a câmera.
    Sentí saudades, mas está cada vez mais difícil voltar.
    Abraços,
    Angela

    • Renata Inforzato Responder    

      13 de janeiro de 2015 at 17:52

      Oi Angela, obrigadão pelo comentário. Espero que você possa voltar em breve e não somente rever o castelo como muitos outros lugares. Um abração

  • SERGIO RAMIREZ Responder    

    12 de março de 2015 at 21:05

    Parabéns Renata pelo seu Blog. Continue o serviço pois ajuda muito a pessoas como eu que estão procurando as atrações da França.

    Queria muito visitar um castelo medieval e achei o seu blog.

    A lista esta ficando boa. Inclui Vincennes e Chenonceau.

    Mais sugestões? Estou pretendendo ir para a Normandia ver as praias do desembarque.

    • Renata Inforzato Responder    

      12 de março de 2015 at 21:27

      Oi Sérgio, em breve vou escrever sobre Caen, mas já fica a dica, pois tem um memorial de guerra muito bom e de lá você pode ir até as praias do desembarque. Para o lado medieval, olhe também o post sobre Rouen, Les Andelys (esse pode até ser um bate e volta ou uma passada se estiver de carro) e também Provins. Outras cidades francesas que valem a pena: Strasbourg (tem aqui no blog), Nancy, Reims. E se vai à CHenonceau, olhe o post sobre Amboise. Um abraço e obrigada

  • Tania Beatriz de Sousa Responder    

    30 de abril de 2015 at 14:11

    Oi Renata estive em Paris com minha familia em 2013 e fui visitar Vincennes por indicação do Secretario da Educação do Municipio em que moro aqui em São Paulo,ficamos emcantadas…minha filha que tinha dificuldade em história passou amar a matéria depois de entender o que era o sistema feudal em Vincennes.Sua matéria é perfeita muito didatica me vi caminhando novamente naquele lugar maravilhoso….parabéns um grande Abraço Tânia

  • Traversée de Paris – Um desfile de carros antigos que você pode participar | Direto de Paris Responder    

    27 de julho de 2015 at 8:35

    […] quase meio-dia quando o desfile volta para o Château de Vincennes. É hora do almoço. Alguns motoristas vão almoçar em um dos restaurantes perto dali. Mas a […]

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