Atrações

Catacumbas de Paris – Um passeio nos subterrâneos da Cidade Luz

7 de julho de 2011

Longe do glamour da Champs-Elysées e ainda desconhecidas por muitos turistas, as Catacumbas de Paris fazem parte do patrimônio turístico francês. Na verdade, elas compõem um pedaço de um conjunto de mais de 300 km de galerias, conhecidas como Subterrâneos de Paris. Era dali que saía todo o calcário para as construções da cidade. A parte das Catacumbas, ou Ossuário Municipal, destinadas à visitação, se estende somente por cerca de 1,7 km a 20 metros de profundidade. Mas é um percurso diferente e você nunca mais vai ver Paris com os mesmos olhos.

Na entrada, um pouquinho da história das Catacumbas

Um novo local para os mortos da cidade

A história das Catacumbas começa no final do século XVIII. Naquela época, a cidade de Paris contava com 200 cemitérios, fora os mortos enterrados dentro das igrejas. Segundo uma lei datada do período do Império Romano, os locais de descanso dos mortos deveriam ficar na periferia de Paris. No entanto, com o crescimento da cidade, os cemitérios passaram a integrar a área urbana e se tornaram locais de reunião de prostitutas, mendigos e ladrões. Além disso, com tantas epidemias, fome e guerras, a cidade já não tinha mais lugar para enterrar seus mortos e os cemitérios passaram a ser focos de infecção.

As galerias antes de chegar ao Ossuário

A situação de Paris era insalubre. O cemitério dos Santos Inocentes (cimetière des Saints-Innocents), que ficava no bairro de Les Halles e era o mais importante da cidade, já tinha quase dez séculos de vida. Estima-se que nos seus últimos 30 anos de atividade, 80 000 cadáveres tenham sido depositados lá.

Uma das áreas mais iluminadas, no começo do percurso

Então, em 1780, a administração da cidade decide fechá-lo. Cinco anos depois, uma nova ordem determina a transferência das ossadas para um outro lugar, no subsolo parisiense, chamado “Tombe-Issoire”. O local era onde funcionavam as antigas pedreiras de calcário. Logo em seguida, as ossadas dos outros cemitérios foram também transferidas para o lugar e todos os cadáveres passaram a ser colocados ali, principalmente na época da reforma urbana de Haussmann, que começou em 1852.

A entrada do Ossuário

Moradores ilustres

Assim, nasciam as Catacumbas de Paris, que guardariam os restos mortais de todos os cemitérios da Cidade Luz de 1786 até 1860. Desde o começo, o local seria cercado de inúmeros fatos curiosos. Conta-se que a transferência dos esqueletos era feita ao cair da noite, com uma procissão em que os padres iam rezando o ofício dos mortos, acompanhados de carrinhos repletos de ossadas cobertas com um véu negro.

Atrás da parede de crânios e tíbias, os esqueletos eram depositados sem ordem

Outra curiosidade é em relação à disposição dos ossos que vemos ao visitarmos o local. Inspetor geral dos subterrâneos de 1808 a 1831, Visconde de Thury era o responsável para dar uma arrumação digna para o descanso eterno dos cadáveres. Então, ele decide dar a esses anônimos uma decoração sombria e melancólica, com os ossos maiores e crânios alinhados de maneira decorativa, atrás dos quais os esqueletos são depositados sem ordem.

Ele também coloca plaquetas com citações sobre a morte. Outras indicam de que cemitério eram as ossadas e as datas em que foram depositadas ali. E, por fim, há placas que mostram que no local estão sepultadas pessoas ilustres, como Rabelais, Robespierre, Molière e, ironia do destino, o próprio Thury, entre outros.

Ossos transferidos da igreja de Saint Nicolas de Champs, em 1859

E turistas ilustres também

Desde o início do século XIX, as Catacumbas são locais de turismo. Elas já acolheram, inclusive, visitantes famosos, como o imperador austríaco, Francisco I, em 1814, e até Napoleão III, que levou o filho para passear ali em 1860.
Hoje, as Catacumbas de Paris detêm o título de maior necrópole do mundo, com seis milhões de ossadas. A cada ano, atraem milhares de visitantes dispostos a conhecer um pouquinho mais de um lado muito diferente da Cidade Luz.

A visita
Como já vimos, o percurso é composto por 1,7 km de galerias a 20 metros de profundidade. Não há banheiros. É aconselhável levar um agasalho mesmo no verão, pois as temperaturas lá embaixo giram em torno de 14°C. É melhor ir de tênis, principalmente se chover, pois há algumas infiltrações e o lugar fica um pouco escorregadio. Um mapa é imprescindível, mas você pode pegar o seu na bilheteria. A visita dura, em média, 45 minutos. Mas, para quem gostar do assunto pode demorar mais. Eu mesma fiquei duas horas lá dentro. Como nos museus, é proibido tirar fotos com flash. Mas há funcionários munidos de lanternas para iluminar o local que você quiser fotografar. E, como tudo em Paris, prepare-se: pois pode haver filas na entrada.

Uma das muitas obras que encontramos no caminho

As Catacumbas têm vários pontos interessantes. Alguns deles são:

A Galeria de Port-Mahón
É uma obra esculpida nas paredes das Catacumbas. O autor é um veterano do exército de Luis XV, um pedreiro chamado Décure. Ele talhou uma maquete da fortaleza de Mahón, a principal cidade de Menorca, nas Ilhas Baleares (Espanha), onde foi prisioneiro dos ingleses durante um bom tempo.

Port-Mahón

Lâmpada Sepulcral
É primeiro monumento erguido nas Catacumbas. É uma coluna com um vaso de formato antigo, onde uma chama permanecia acesa. Servia para velar os mortos, mas também como um antigo sistema de ventilação, já que por causa das ossadas o ar poderia tornar-se irrespirável.

Lâmpada Sepulcral

Tumba de Gilbert
É uma obra em forma de um sarcófago, onde estão escritos os versos melancólicos do poeta Gilbert, morto em 1780 e que, no entanto, não está enterrado ali.

Tumba de Gilbert

Revolta na fábrica de Réveillon, 28 de abril de 1789.
Os mortos de alguns combates e revoltas da Revolução Francesa são enterrados diretamente nas Catacumbas. É o caso das vítimas da Revolta na fábrica de Réveillon e do Combate do Palácio de Tuilleries, este último ocorrido em agosto de 1792 e também marcado com uma placa no Ossuário.

Cripta da Paixão
É um pilar de sustentação coberto por crânios e tíbias e que possui a forma de um barril. Em 2 de abril de 1897, entre meia-noite e duas da manhã, foi celebrada ali uma festa macabra, em que participaram intelectuais, artistas e algumas pessoas da burguesia. O evento clandestino foi realizado graças à cumplicidade dos trabalhadores do local, despedidos assim que a festa foi descoberta.

Cripta da Paixão

Catacumbas de Paris
1, avenue du Colonel Henri Rol-Tanguy (place Denfert-Rochereau)
75014 Paris
Telefone: 01 43 22 47 63
Metrô – Linhas 4 ou 6 – Estação Denfert-Rochereau
RER B – Estação Denfert-Rochereau
Abertas de terça a domingo, das 10h00 às 20h00 (último acesso às 19h00).
Mais informações sobre as Catacumbas, assim como visitas guiadas (em francês), você encontra aqui

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Renata Rocha Inforzato

Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.

Comentários (48)

  • Beta Rodrigues Responder    

    9 de julho de 2011 at 0:28

    Ah, Renata! Tu nem sabe como eu gostaria de conhecer essas Catacumbas!
    Adoro o turismo histórico!
    Conheci as de Roma! São impressionantes!
    Essa deve ser mais ainda… com esses ossos… me dá até arrepios!
    Parabéns pelo post.
    Bjs

    • Renata Inforzato Responder    

      9 de julho de 2011 at 10:16

      Oi Beta, obrigada!!!

      Eu tb adoro o turismo histórico…Quero conhecer as de Roma tb…

      O que mais me impressionou nessas foi realmente a arrumação dos ossos… É uma coisa tão diferente, não dá pra explicar. Se vc puder, vá sim.

      bjs

  • Maria das Neves Responder    

    9 de julho de 2011 at 9:29

    Muito bom este blog. Com informações que nos deixam com vontade de conhecer o local.

    • Renata Inforzato Responder    

      9 de julho de 2011 at 10:18

      Obrigada, Maria. Vou ver se escrevo mais! E torço para que vc venha conhecer ao vivo os locais.

      Bjsss

  • Juliana Responder    

    10 de julho de 2011 at 13:37

    Depois do seu texto, me deu mais vontade de visitar esse lugar!!!!!! Mais um item para setembro……..hehehe!
    Parabéns, Rê! Continue mandando mais matérias como essa! Adoro ler sobre Paris, e quando o texto é envolvente como o seu, eu me apaixono ainda mais por essa cidade!
    Beijos!

  • edgar tolentino rodrigues Responder    

    31 de julho de 2011 at 18:13

    imprssionant estas fotos sobre as centenaias catacumbas de paris a eterna cidade luz li nos jornais que recentemente uim grupo de rapazes alcoolizados penetraram sm liçença nestas misteriosas passagens subterraneas e se pedram por dois dias, e preciso muita coragem para penetrar no mundo dos mortos, mas a materia e realmente senssacionnal.

  • Edson Responder    

    28 de outubro de 2011 at 12:45

    Parabens pela postagem.
    Gostaria apenas de registrar, eu e minha mulher visitamos as Catacumbas e realmente e um passeio impressionante. Porem nao recomenfo para quem sofre de claustrofobia.

  • ana Responder    

    19 de dezembro de 2011 at 12:56

    Pesquisando sobre o Cemitério dos Inocentes em Paris, dei com seu post. As imagens são impressionantes e seu texto é envolvente – história, humor sutil e informação… Uma dica: visite a igrejinha em Évora, Portugal: Capela de Ossos. Pelo nome você pode ter uma ideia… É do tipo terror & arte.

    • Renata Inforzato Responder    

      25 de dezembro de 2011 at 17:31

      OI Ana

      Obrigadão pelo elogio… Então; sou doida pra conhecer essa igrejinha. Desse ano não passa. Obrigada por visitar o blog e volte sempre 😀

  • RICARDO RENNE Responder    

    6 de outubro de 2012 at 22:03

    Fomos visitar dia 05/10/2012, estava fechado para manutenção do sistema de ventilação. Eventualmente isso acontece, aconselho a todos, ligarem antes para verificar as visitas, informaram que abre somente dia 08/10/2012. abraço

    • Renata Inforzato Responder    

      7 de outubro de 2012 at 23:09

      Oi Ricardo, obrigada pelo comentário. Que pena que você não conseguiu visitá-las. Espero que na próxima vez consiga. Na verdade, o que aconteceu foi que o sistema de ventilação deu defeito. Por isso, elas ficaram fechadas. Mas no site que está no post há todas as informações da semana atualizadas e se tiver algum problema eles avisam por lá. Um abração!

  • ERIK Responder    

    19 de novembro de 2012 at 21:55

    Olá, Renata… ouvi dizer que as catacumbas estão fechadas para turismo… vc pode verificar essa informação, por favor? Estarei em Paris em janeiro e pretendo visitá-las. Atenciosamente, Erik

    • Renata Inforzato Responder    

      19 de novembro de 2012 at 22:41

      Oi Erik

      De acordo com o site deles, ainda estão. Mas vou dar uma ligada lá nessa semana. Fica de olho aqui no blog ou me mande um email. Abraços

  • ERIK Responder    

    20 de novembro de 2012 at 1:50

    Uau, Renata, muito obrigado pela pronta resposta! Eu dei uma espiada em toda a página e vi que você também adora livros como eu… aí vai uma curiosidade: já leu Anna e o beijo francês?!?!?!?!?!!? É bem coisa de adolescentes, mas eu leio estes de vez em quando para relaxar… leitura sem reflexão obrigatória… kkkkkkkk neste momento estou lendo “Olvidado Rey Gúdu” da escritora Ana María Matute, membro da real academia espanhola de la língua. Abraços!

    • Renata Inforzato Responder    

      20 de novembro de 2012 at 23:12

      Oi Erik, ainda não li esses livros, mas já estão anotados. Você já leu Os Reis Malditos? Se gosta de história, França e Idade Média, é uma ótima leitura. São 7 livros, mas a gente lê rapidinho…

  • ERIK Responder    

    20 de novembro de 2012 at 23:44

    Para ser sincero, Renata, a monarquia francesa nunca me atraiu muito, exceto o período de Louis XIV e de seu neto, Louis XVI e Marie Antoinette. Sempre me atraiu mais a história de Veneza, com seus doges, de florença, com o governo dos Medicis, o antagonismo de Savonarolla, o despotismo da querida (por mim apenas… risos) família Bórgia. No entanto, quando me propus a passar pela França em minhas férias na Europa, me presenteei com o livro de Ina Caro, “Paris sobre trilhos” (um início muito bom para ignorantes da história francesa, como eu) e acabei por me apaixonar pela história da monarquia francesa e pelo gênio do abade Suger, por trás da Basilique de San Denis. Quando li sua dica, achei que os livros fossem de autoria da escritora inglesa Jean Plaidy, mas depois vi que era do Maurice e portanto me parecem ainda mais apetitosos… obrigado pela dica! Me lembrei de uma leitura obrigatória para quem gosta de catedrais… Os Pilares da Terra do Ken Follett… abraços!

    • Renata Inforzato Responder    

      21 de novembro de 2012 at 21:09

      Sim, é do Maurice. Ele é muito irônico e chega até a ser engraçado. Apesar de ser em narrativa de romance e alguns fatos não terem sido comprovados, ele procura ao máximo ser fiel à História. Acho que vc vai gostar. Tenho a série dos Bórgias e dos Médicis (de autores diferentes), mas ainda não comecei a ler. Obrigada pela visita 🙂

    • Renata Inforzato Responder    

      22 de novembro de 2012 at 13:39

      Oi Erik e a todo mundo que se interessa pelas Catacumbas: elas ainda estão fechadas. A previsão é que reabram até dezembro agora (2012). Vamos ficar de olho no site e, assim que tiver mais notícias, informo vocês.

      • ERIK Responder    

        23 de novembro de 2012 at 22:02

        Oh meu Deus… espero que até o fim do ano esteja tudo regularizado… estarei em Paris de 26/12 a 01/01/2013… depois sigo para Veneza… De qualquer forma, muito obrigado pela ajuda… assim não correrei o risco de dar com a porta na cara… risos
        abração

  • Erik Contarini Responder    

    23 de janeiro de 2013 at 19:40

    Meu muito obrigado à Renata Inforzato e ao seu Blog DIRETO DE PARIS pela atenção que me deram e graças a ela, fui seguro e tranquilo direto às catacumbas, pois ela se assegurou de que estavam reabertas! Fiquei triste de saber que elas fecharam novamente, de novo, pela prestativa Renata! Dei uma sorte terrível de ter visitado Paris durante um período de abertura, e outra de ter o DIRETO DE PARIS me ajudando com informações!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    MUITO OBRIGADO!

    • Renata Inforzato Responder    

      23 de janeiro de 2013 at 21:05

      Oi Erik
      Obrigada mesmo pelo comentário: isso é que dá força para continuar escrevendo!!!!! Pois é, elas estão fechadas, mas estou acompanhando para saber quando vão reabrir. Espero que sua viagem tenha sido ótima e que vc volte logo. Abração!

  • Direto de Paris: dicas de atrações turísticas que nem sempre sabemos que existem | Turista Profissional Responder    

    7 de fevereiro de 2013 at 15:38

    […] – Catacumbas de Paris – Um passeio nos subterrâneos da Cidade Luz; […]

  • Maria Fernanda Responder    

    2 de março de 2013 at 1:57

    Boa noite Renata. Vi o seu blog e gostei muito. Parabens. Também estou interessada em conhecer as CATACUMBAS de Paris. Estou indo para aí em maio. Ficaria muito agradecida se voce pudesse me informar se no mes de minha estadia em Paris se ela está aberta a visitacão. Obrigada. Bises.

    • Renata Inforzato Responder    

      2 de março de 2013 at 13:44

      Oi Maria Fernanda. Agora as catacumbas estão abertas. Liguei lá para saber. Mas, como é um lugar frágil, ás vezes, acontece alguma coisa e elas são fechadas. Se isso voltar a acontecer, eles avisam e eu também aviso daqui. Obrigada pela visita. Um beijo

  • lua veleiro Responder    

    2 de março de 2013 at 2:02

    Boa noite Renata. Vi o seu blog e gostei muito. Parabens. Também estou interessada em conhecer as CATACUMBAS de Paris. Estou indo para aí em maio. Ficaria muito agradecida se voce pudesse me informar se no mes de minha estadia em Paris se ela está aberta a visitacão. Obrigada. Bises.

  • adelia morgado Responder    

    15 de abril de 2013 at 0:30

    Ola Renata, tambem adorei seu blog e o conteudo sobre as Catacumbas . Estou indo em setembro a Paris e meu marido esta interessado em conhece-las ,uma vez que ja fomos as de Roma. Numa epoca mais proxima te enviarei outro e mail para saber se o local estara aberto a visitacao. Um abraco; ADELIA.

    • Renata Inforzato Responder    

      15 de abril de 2013 at 18:15

      Oi Adelia, obrigada!! Sim, quando estiver mais perto da sua viagem é melhor para escrever, porque as catacumbas só fecham se tiver algum problema. Mas como é um lugar sensível, nunca se sabe. bjs

  • JACIRO JUNIOR Responder    

    22 de maio de 2013 at 16:42

    OI RENATA, EU E MINHA ESPOSA ESTAMOS INDO A PARIS DIA 18/10 IREMOS FICAR NA RUA 32, rue de Douai, 75009, ME EXPLICA AI O CAMINHO PARA CONHECER ESTAS CATACUMBAS.
    NAO SEI FALAR UMA PALAVRA EM FRANCES E NEM EM INGLES…SE ACHA QUE VOU CONSEGUIR??
    GRANDE ABRAÇO.

    • Renata Inforzato Responder    

      22 de maio de 2013 at 22:39

      Oi Jaciro, consegue se virar sim, não se preocupe. Bom, você vai pegar o metrô linha 2 estação Blanche (direção Porte Dauphine), na estação seguinte Place de Clichy você pega a linha 13, direção Montrouge e desce em Montparnasse. Em Montparnasse você pega a linha 4, direção Mairie de Montrouge e desce em Denfert Rochereau, que é a estação perto das Catacumbas. São 3 trocas, mas rápidas. Um abraço e obrigada pela visita

  • JACIRO JUNIOR Responder    

    23 de maio de 2013 at 13:09

    Nossa Renata, eu nao tinha visto todos seus blogs, meus parabens, voce é uma ferramenta para quem vai a Paris, para quem é leigo nao tem como fazer uma viagen sem antes ler seus posts.
    Parabens e tomare que viaje bastante pra para ter aqui mais dicas.
    grande abraço

  • Débora Bressan Responder    

    4 de junho de 2013 at 8:53

    Estou indo visitar as Catacumbas agora!! Obrigada pela dica de como chegar lá!!
    Imagino que irei adorar o passeio!!

  • Ana Responder    

    31 de julho de 2013 at 6:53

    Renata,

    Conheço Paris, mas não tive coragem de visitar as Catacumbas. Rsss
    Porém, estou lendo um livro romanceado que trata do fechamento e da remoção do Cemitério de Saint- Innocents. Acho que você irá gostar. O livro, em português, se chama “Puro”, da Editora Bertrand Brasil, cujo Autor é Andrew Miller.
    A capa do livro é linda!

    Parabéns pela matéria!

    • Renata Inforzato Responder    

      31 de julho de 2013 at 8:08

      Oi Ana. Vou ver se acho esse livro aqui, pois é o tipo de livro que gosto mesmo. Obrigada pela indicação e pelo comentário. Um beijo

  • Francis Responder    

    8 de setembro de 2015 at 15:25

    Você sabe informar como está atualmente as condições para visitar as catacombs? É necessário fazer reserva? Quais os dias e horários de funcionamento? No site só mostra 3 dias na semana disponivel!

  • Parc Montsouris - de monte dos camundongos a parque dos estudantes em Paris - Direto de ParisDireto de Paris Responder    

    19 de janeiro de 2016 at 20:12

    […] foram destruídos, uma parte dessas delas acolheu os ossos: é o local onde hoje estão situadas as Catacumbas de Paris. Era necessário pensar o que fazer com a outra parte, pois era preciso cobrir as escavações de […]

  • Saint-Sulpice - a igreja das torres desiguais - Direto de ParisDireto de Paris Responder    

    21 de janeiro de 2016 at 20:23

    […] da profanação dos túmulos durante a Revolução, muitos ossos são transferidos para as Catacumbas, no final do século XVIII e começo do XIX, quando os cemitérios antigos de Paris foram extintos. […]

  • Catacumbas de Paris | Turista Profissional Responder    

    27 de fevereiro de 2016 at 23:19

    […] Veja outro texto com outros detalhes no blog Direto de Paris. […]

  • Direto de Paris - Jornalismo em Paris Responder    

    22 de abril de 2016 at 22:27

    […] Olha, controvérsia nenhum gerou. O que ocorreu foi que quando escrevi sobre as Catacumbas de Paris, algumas pessoas me escreveram como que para explicar o porquê que elas não gostariam de ir até […]

  • Laura Responder    

    29 de julho de 2016 at 14:01

    olá. poderia me dizer o preço de entrada?

  • ELIZABETH CASTILHO Responder    

    22 de agosto de 2017 at 18:28

    OI RENATA
    AMO TUDO ISSO FUI A PARIS EM 2015 VISITEI AS CATACUMBAS MUITA EMOÇÃO AMO A HISTORIA LEIO MUITO E QUANDO SAIO DE FERIAS PROCURO VER TUDO QUE TENHO DIREITO,JA FUI NA IGREJA DE EVORA EM PORTUGAL CONHEÇO TAMBEM UM SANTUARIO NA ITALIA ONDE OS CADAVERES ATE HOJE ESTÃO PERFEITOS FICA NA CASCATA DE MARMORE LUGAR MARAVILHOSO PARABÉNS PELO SEU TRABALHO

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