Auvers-sur-Oise

A maison do doutor Gachet em Auvers-sur-Oise

18 de julho de 2013

Ele era apaixonado por arte: pintor e gravurista amador, também foi um dos maiores colecionadores do século XIX. Você, com certeza, conhece o doutor Gachet. Não? Então, dá uma olhada na obra abaixo.

Le portrait du docteur Gachet
Vincent Van Gogh – Le portrait du docteur Gachet , 1890 – Musée D’Orsay, Paris. Foto: The Yorck Project

Paul Ferdinand Gachet ficou mais conhecido como o amigo e médico de Van Gogh. Mas sua participação no movimento Impressionista foi bem maior e a sua casa é testemunha disso.

Auvers sur Oise
A bilheteria da casa

Nascido em 1828, desde cedo começou a fazer curso de desenho. Foi nessa época que nasceu a amizade com Amand Gautier (1825-1894), um dos pintores do Realismo francês. Mas Gachet tinha outra paixão: a Medicina, que começou a cursar em Paris e terminou em Montpellier. Seu interesse era voltado às doenças mentais. Ele costumava fazer desenhos dos doentes em atitudes típicas de demência para poder estudá-los melhor.

Auvers sur Oise

É no sul da França que ele conhece vários artistas e colecionadores de arte, como Paul Cézanne (1839-1906), que ele encontra em Aix-en-Provence. De volta a Paris, em 1859, abre o primeiro consultório. É nessa época também que começa a participar da boemia de Montmartre, onde conhece, entre outros artistas, Camille Pissarro (1830-1903).

Auvers sur Oise

Essa amizade vai mudar a vida do doutor. Casado desde 1868, ele procurava um lugar, não muito longe de Paris, onde pudesse tratar da tuberculose da esposa. Pissarro, que já morava em Pontoise, uma cidade da região parisiense, lhe aconselha a comprar uma casa em Auvers-sur-Oise, ali perto.

Auvers sur Oise

Auvers já era bem frequentada pelos pintores impressionistas. Situada na margem direita do rio Oise, aos pés de uma falésia, oferece paisagens lindas e é um lugar calmo, ideal para os artistas da época. Em visita a um amigo, o doutor Gachet já tinha se encantado pela cidade. Além disso, ficava a apenas uma hora de Paris de trem, o que não atrapalharia seu trabalho como médico.

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Faltava só escolher a morada. E ele a encontra, em 9 de abril de 1872. O local era sede de uma antiga escola para meninas e possuía um belo jardim, que abrigava uma antiga gruta, parte da pedreira de exploração de calcário, desativada. O minério era usado para construção.

Auvers sur Oise
O jardim e ao fundo a gruta

O doutor Gachet não consegue curar a esposa: ela morre em 1875. Mas ele faz da residência um verdadeiro ponto de encontro de artistas. As grutas se tornam o anexo da casa: cave e até o ateliê do doutor. Ele compra, também, uma prensa para fazer as gravuras, uma de suas paixões.

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Algumas reproduções de gravuras que faziam parte da coleção do doutor Gachet

Ali são realizadas divertidas reuniões de artistas: encenavam-se até peças de teatro entre amigos. Anfitrião dedicado, Gachet convidava sempre os impressionistas para pintar na casa (o jardim foi inspiração para vários deles) ou fazer gravuras em sua prensa. Foi ali que nasceram as gravuras de Armand Guillaumin (1841-1972), Pissarro e até de Cézanne (que não gostava muito da técnica).

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Esse ambiente artístico impulsiona o médico a voltar para a pintura e para o desenho. Ele assina com o pseudônimo de Paul van Ryssel (que significa Paul de Lille). Cézanne o ajuda a fazer modificações no ateliê para melhorar a luminosidade do lugar. Mais tarde, em 1891, ele participaria do Salão dos Independentes com obras assinadas com seu nome verdadeiro.

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Gachet era tão apaixonado por arte que não hesitava em aceitar uma obra ou uma entrada de teatro como pagamento de suas consultas. Assim, ele foi formando uma grande coleção de quadros, estampas e gravuras que hoje valem milhões e estão em diversos museus franceses.

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A chegada de Van Gogh
Outra reviravolta na vida do médico aconteceria com a chegada de Van Gogh (1853-1890). Internado em um asilo em Saint-Paul-de-Mausole, no sul da França, o pintor holandês pressionava seu irmão, Theo, a encontrar um lugar perto de Paris onde ele pudesse alugar um quarto e continuar a pintar. Theo entra em contato com Pissarro, que lhe sugere falar com o doutor Gachet.

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Acostumado a lidar com doenças mentais e artista amador, Gachet seria a pessoa ideal para cuidar de Van Gogh. Assim, o médico aceita a missão e em 20 de maio de 1890, o pintor chega a Auvers.

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Nascia, assim, uma linda amizade. Van Gogh mesmo fala dela em várias cartas para Theo. O doutor o aconselha a pintar sem descanso, pois a arte era a cura para vários males. E o artista segue o conselho: durante 70 dias, Van Gogh pinta mais de 70 telas em Auvers, muitas delas realizadas na casa de Gachet. Mademoiselle Gachet au piano é um exemplo.

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Mademoiselle Gachet au piano, 1890, Kunstmuseum, Basel, Suiça. Foto: The Yorck Project

Aliás, há um boato de que ele e a jovem, filha do médico, tenham tido um romance. Mas as cartas para Theo desmentem o rumor. Nelas, Marguerite Gachet é citada apenas duas vezes, de maneira impessoal, apenas para falar dos quadros para os quais ela posou. Porém, nada garante que a moça, que viveu solteira a vida toda, não tenha sido apaixonada pelo pintor.

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A amizade com a família Gachet continua. É na casa deles que Van Gogh almoça todos os domingos e, às vezes, durante a semana também, enquanto pinta seus quadros. É ali que ele realiza, inclusive, os dois retratos do doutor Gachet. Um deles, Portrait du Dr Gachet avec branche de digitale, foi vendido em leilão em 1990, por 82,5 milhões de dólares, sendo por muitos anos o quadro mais caro do mundo. Os livros amarelos que aparecem na obra são emprestados por Van Gogh. Os dois falavam sempre de literatura e emprestavam seus livros.

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VIncent Van Gogh -Portrait du Dr Gachet avec branche de digitale – 1890, coleção particular. Foto: The Yorck Project

Mas a euforia acaba e Van Gogh mergulha de novo na depressão. No dia 27 de julho em 1890, ele tenta se matar com um tiro no peito. Gravemente ferido, é levado para a pensão onde morava. O doutor Gachet é chamado, mas nada pode fazer e o artista morre dois dias depois.

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Fortemente abalado, o médico se atribui uma missão: fazer a biografia mais completa sobre Van Gogh, usando para isso as obras de sua coleção. Porém, em 1909, morre sem realizar o projeto.

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Então, a casa é herdada por Marguerite e Paul Gachet, os filhos do médico. Paul é também pintor e usa o pseudônimo de Louis Van Ryssel. Durante 50 anos, ele organiza e cataloga a extensa coleção do pai, que é publicada em seis volumes. Ele também publica livros sobre os impressionistas e tenta retomar o projeto do doutor Gachet – a biografia de Van Gogh – mas esta sem sucesso.

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Durante a Segunda Guerra, Paul Filho consegue salvar a coleção de arte do pai escondendo-a nas grutas, as do jardim. Assim, ela permanece intacta e não é confiscada pelos nazistas. Em 1949, 1951 e 1954, Paul Gachet Filho doa várias obras-primas ao Estado francês. Assim, nove Van Goghs, oito Cézannes, seis Guillaumins, um Monet, três Pissarros e um Renoir, entre outras telas, gravuras e estampas, entram no museu do Louvre. Hoje, podem ser vistas no museu D’Orsay.

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Em 1962, Paul Gachet, o filho, morre. Segundo sua vontade, a casa e os objetos são vendidos em leilão. Os novos compradores conservam a casa, que, em 1996, é comprada pelo Conselho Geral do Val d’Oise. Ela é reformada, e alguns móveis, dispersos, são recuperados. Em 2003, em 30 de março, na ocasião do 150º aniversário de Van Gogh, ela é aberta ao público.

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Onde ficava o ateliê

A visita
Como a maioria dos móveis e objetos foi vendida em leilão após a morte de Paul Gachet Filho, em 1962, a casa é pouco mobiliada. Mas a atmosfera é bem intimista e proporciona uma verdadeira viagem aos tempos “impressionistas”. É impossível não ser tocado pela personalidade sensível do Doutor Gachet, que transparece em todos os cômodos. Podem ser visitados o primeiro e o segundo andar. É uma visita rápida, a não ser que você seja apaixonado pelo tema, como eu.

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A entrada da casa do doutor Gachet

O Jardim
É lindo! Primeiro pelas flores e árvores em si. Segundo, porque ele tem uma vista linda da cidade. Sem contar que foi palco de muitas obras-primas. No jardim, encontramos algumas curiosidades, como, por exemplo, a mesa onde a família Gachet e Van Gogh faziam suas refeições. Aliás, foi nela que o doutor posou para o artista.

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No jardim há placas de reproduções de obras que indicam onde elas foram pintadas. Nesta: le Jardin du Docteur Gachet à Auvers, de Van Gogh
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A mesa onde o doutor Gachet posou para Van Gogh

Também podemos ver a gruta troglodita, ou seja, a gruta escavada na antiga pedreira, de onde era extraído o calcário para diversas construções. Esse tipo de gruta também era, e é ainda, usada como moradia em muitas regiões da França.

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A gruta do jardim

Entre as plantas do jardim, há muitas espécies usadas em tratamentos homeopáticos. Além de clínico geral e psiquiatra, o doutor Gachet foi um dos pioneiros da Homeopatia.

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A sala
Tem poucos móveis, como por exemplo, uma cadeira da época do doutor e um piano. Não só na sala, mas em vários cômodos da casa, há trechos de cartas de Van Gogh. Também são usados para exposições temporárias, tendo sempre como tema a gravura. No dia em que fui, o assunto era uma técnica japonesa de gravura de peixes.

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Sala Dois
Esse cômodo não tem nome, então, vou chamá-lo de sala dois. Nela, encontramos um dos cavaletes do doutor Gachet e alguns documentos. O resto é ocupado pelas obras da exposição temporária, o que é bem interessante também.

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Cozinha
É um cômodo bem pequeno, mas achei bem legal. É a reconstituição de uma cozinha da época do Doutor Gachet: o fogão, a pia perto da janela, as fotos da família na parede… Tudo isso dá um ar até meio nostálgico à peça.

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O pequeno hall

Subindo pelas escadas de madeira, nos deparamos com uma espécie de hall, que dá para o que eram dois quartos da casa. É nele que está a prensa que o doutor usava para fazer as gravuras, não só dele como de Pissarro, Guillaumin, Cézanne e até a única da carreira de Van Gogh – L’homme à la Pipe, le Portrait du Docteur Gachet. A prensa foi vendida por Paul Filho em 1943, mas, na reabertura da casa, em 2003, o comprador do objeto emprestou-o ao museu.

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Entrando pela porta à direita, estamos em um dos quartos. Não há móveis: além dos trechos das cartas de Van Gogh, encontramos reproduções de algumas obras do artista que foram realizadas ali em Auvers-sur-Oise. E, como nas salas do andar de baixo, gravuras da exposição temporária.

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Já à esquerda do hall, outro quarto. Logo na entrada, vemos objetos usados na época do doutor Gachet, como os recipientes de remédios. Há também várias reproduções de gravuras que faziam parte da coleção do médico, como, por exemplo, Docteur Paul Gachet en buste de Cézanne (cujo original está no Louvre).

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Reprodução da obra de Paul Cézanne – Docteur Paul Gachet en buste, Musée du Louvre, Paris

Em um anexo deste cômodo, estão os desenhos preparatórios de várias gravuras que foram realizadas ali na casa por diversos artistas. E, abrindo as gavetas, mais gravuras.

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A visita à casa do Doutor Gachet é simples, mas emocionante. E o mais legal ainda é que o pessoal da recepção é simplesmente apaixonado pelo que faz. Como não tinha quase ninguém, a senhora, que estava na bilheteria, nos acompanhou em boa parte da visita, dando uma verdadeira aula de arte. E sem cobrar nada. Para quem vem a Paris e tem uns dias a mais, Auvers-sur-Oise é um lugar que recomendo. Ainda vou escrever mais sobre a cidade.

Auvers sur Oise

Maison du docteur Gachet
78, rue du Docteur-Gachet — Auvers-sur-Oise
Horários:de 23 de março a 8 de setembro, de quarta a domingo, das 10h30 às 18h00.
Entrada gratuita.

Para ir a Auvers-sur-Oise
Trem: durante a temporada, de abril a outubro, aos sábados, domingos e feriados há trens diretos para Auvers-Sur-Oise saindo da Gare du Nord. A viagem dura 1h20.
Durante a semana ou fora da temporada: Da estação Gare du Nord, pegar o trem em direção a Pontoise e em Pontoise pegar o trem em direção a Persan Beaumont e descer em Auvers-sur-Oise. Tempo de trajeto 1h20
Mais informações no site da SNCF/Transilien
Para calcular o itinerário de carro, clique aqui

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Renata Rocha Inforzato

Sou de São Paulo, e moro em Paris desde 2010. Sou jornalista, formada pela Cásper Líbero. Aqui na França, me formei em História da Arte e Arqueologia na Université Paris X. Trabalho em todas essas áreas e também faço tradução, mas meu projeto mais importante é o Direto de Paris. Amo viajar, escrever, conhecer pessoas e ouvir histórias. Ah, e também sou louca por livros e animais.

Comentários (28)

  • Elaine Braga Responder    

    18 de julho de 2013 at 14:02

    Matéria maravilhosa!

  • Gislaine Responder    

    18 de julho de 2013 at 15:56

    Nossa, que texto fantástico Re!!! Eu tinha uma visão tão distorcida do Dr. Gachet e nunca tinha lido nada mais profundo a seu respeito. Uma vez li, que algumas obras atribuídas a ele, seria na verdade de Van Gogh apropriadas sem autorização numa das crises do paciente, e assinava como se fosse sua. Fiquei com essa má impressão dele, mas também nunca fui atrás pra conferir. E também não sabia que a casa dele era aberta à visitação, é um passeio imperdível, é reviver a história!! E mesmo se formos fora da temporada, deve ser interessante conhecer outros trechinhos…adorei Re, parabéns!!!!!

    • Renata Inforzato Responder    

      18 de julho de 2013 at 17:54

      Oi Gi! Pois é, também tinha lido isso há algum tempo. Mas faz parte de uma lenda negra que ninguém sabe a origem e não há nada comprovado. E uma prova de que era o doutor Gachet mesmo que desenhava é que ele fazia isso desde que era estudante de Medicina, muito antes de conhecer Van Gogh. Tenho certeza de que quando você for lá, vai ficar encantada. Obrigada e um beijão

  • Carina-Senzatia Responder    

    19 de julho de 2013 at 10:30

    Eu adoro teus textos! Sempre completos e nos fazer viajar apaixonadamente com vc! 🙂
    Super beijo!

    • Renata Inforzato Responder    

      19 de julho de 2013 at 21:39

      Oi Carina, Nossa, muito obrigada mesmo. Quando quiser vir viajar ao vivo comigo, pode vir 🙂 Um beijão

  • Eme Oliver Responder    

    19 de julho de 2013 at 11:14

    “Viajei” pela casa do doutor Gachet. Suas variadas boas informações, textuais e visuais, me provocaram o desejo de conhecer e de saber mais. Parabéns!
    Beijo

    • Renata Inforzato Responder    

      19 de julho de 2013 at 21:37

      Oi Eme, obrigadão pelo comentário. Da próxima vez que vc vier, te indico Auvers-sur-Oise de olhos fechados. A região é simplesmente linda! Um beijão

  • Andréa de Azevedo Freitas Responder    

    14 de agosto de 2013 at 1:34

    Adorei tudo, comecei a ler seus posts agora e já me apaixonei pelos seu texto. Em abril estou por aí para estudos e trabalho e visitarei essa casa, com certeza. Tudo de bom !

    • Renata Inforzato Responder    

      15 de agosto de 2013 at 20:52

      Oi Andréa. Vc vem numa boa época. Vai adorar o Val d’Oise, tem muita coisa mesmo não só para quem gosta de arte, como de natureza e comida também 🙂 Obrigada pelo comentário e pela visita. beijos

  • Luciana Gachet Responder    

    12 de fevereiro de 2014 at 19:29

    Sendo uma Gachet, queria muito conhecer esse lugar.:)

  • SUELY GACHET Responder    

    24 de março de 2014 at 0:06

    GOSTARIA DE SABER MAIS SOBRE D.R GACHET,ONDE POSSO VISITAR SUA CASA.

    • Renata Inforzato Responder    

      24 de março de 2014 at 19:37

      Oi Suely, todas as informações sobre o Dr e sobre como visitar sua casa estão no texto. Obrigada

  • Monica Toledo Responder    

    27 de março de 2014 at 21:33

    Muito boa matéria, Re. Um passeio pelas fotos e pela história mais do que interessante.

    • Renata Inforzato Responder    

      28 de março de 2014 at 22:13

      Oi Monica, é bem interessante mesmo. Aliás, Auvers-sur-Oise tem muita coisa pra ser visitada. Recomendo muito esse passeio. Obrigada e um beijo

  • monica martins Responder    

    27 de março de 2014 at 21:40

    Que matéria apaixonante! Fiquei encantada com a historia, seu texto, as fotos e legal saber que a casa pode ser visitada

    • Renata Inforzato Responder    

      28 de março de 2014 at 22:15

      Oi Monica, obrigadão. Quando você vier, se puder coloque Auvers-sur-Oise no seu roteiro. Não vai se arrepender. Um beijão e obrigada

  • Maison de Victor Hugo – conhecendo as várias facetas do escritor | Direto de Paris Responder    

    12 de maio de 2014 at 3:39

    […] Já falei no blog sobre o apartamento e ateliê de Delacroix , em Paris, e da Maison do Doutor Gachet, em Auvers-sur-Oise. Agora é a vez de Victor Hugo, e vamos visitar um dos apartamentos em que ele […]

  • Andrea de Azevedo Freitas Responder    

    7 de junho de 2014 at 6:56

    Saindo de casa, em Porte Maillot, pra conferir tudo. Bjs.

  • Elaine Gachet Marins Responder    

    3 de setembro de 2015 at 20:58

    Olá, Parabéns pelo texto magnífico e encantador, simplesmente lindo a história Do Dr Gachet e Van Gogh. Bjs!

  • Patrícia Responder    

    16 de junho de 2017 at 18:59

    Excelente texto! Adoro quando se apresenta um lugar contando suas histórias e referências! A visita fica muito mais completa! Pretendo conhecer na próxima vez que for a Paris!!! Obrigada pelo site com tantas informações!!!
    Abraços!

    • Renata Rocha Inforzato Responder    

      8 de julho de 2017 at 22:47

      Oi Patricia, eu que te agradeço pelo comentário. Também gosto deste tipo de informação quando viajo e nem sempre encontro. Esse é um dos motivos pelos quais escrevo. Um abraço

  • Direto de Paris - Jornalismo em Paris Responder    

    26 de julho de 2017 at 2:43

    […] de outras atrações, como o Château d’Auvers, que oferece uma experiência Impressionista, a Maison do Doutor Gachet, o médico que tratou Van Gogh, a casa e o ateliê do pintor Charles-François Daubigny e o museu […]

  • Rose Fávero Responder    

    3 de março de 2018 at 1:47

    Oi, Renata, tudo bem? Amei sua matéria, eu a encontrei pq acabei de assistir o filme “Com amor Vincent”. Chorei muito, amo Vincent, já li muito sobre ele e fui até Auvers em 2015 para ‘conhecê-lo’ melhor. Vi seu último quarto, os campos e seu túmulo. Mas me dei conta de que não vi a casa do dr Gachet.
    Muito obrigada por esta matéria tão esclarecedora.
    Abraços
    Rose

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